Mostrando postagens com marcador rock. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rock. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de setembro de 2022

No clipe de "Dormente", DNSM faz reflexões políticas que estão na ordem do dia

Música integra EP "Despertar"



O lyric vídeo de "Dormente", da banda DNSM, é uma música que aborda fatos do atual governo, do ponto de vista de quem não está em cima do muro. O clipe alerta e contesta as fake news que dominam o imaginário de um importante segmento da sociedade brasileira (cerca de 30% da população).



Divulgação



Com posições claras contra o bolsonarismo, o grupo paulistano reflete sobre temas contemporâneos - ao som de muito rock and roll, sintetizadores e música popular brasileira. Assim é, também, todo o EP, lançado recentemente por eles: "Despertar".

"Dormente" nos alerta, também, que, mesmo após o despertar - com a iminente derrota de Bolsonaro -, é possível que ainda tentem nos aprisionar em crenças limitantes. Afinal, o bolsonarismo pode, ainda, continuar presente na nossa sociedade, mesmo com o fim do governo, em dezembro de 2022. 







Para o vocalista JJ Zen, as ideias bolsonaristas remetem às dos integralistas da década de 30, com Plínio Salgado, ou os fascistas "à moda brasileira". Ele ressalta que o partido de Roberto Jefferson (PTB), que apoia Bolsonaro, é "a casa dos integralistas". E, mesmo que o presidente seja derrotado em 2022, as ideias dele vão continuar. "Isso já dura quase um século. Aliás, durante a política da boa vizinhança dos Estados Unidos - que usa do soft power para levar o Brasil para o lado deles -, os americanos deixaram de investir em uma possível "Hollywood brasileira", porque o nosso país era 'muito conservador e não estava pronto para isso'. Longe de defender os EUA ou apoiar a interferência deles na política da América Latina; mas Bolsonaro é apenas uma consequência da atrofia cultural do Brasil" - questiona. 


Zen avalia ainda que sensibilizar quem não se atenta a valores que realmente deveriam importar para a coletividade é um dos principais desafios, para que a mensagem de sua música atinja mais pessoas. Eis o caso, por exemplo, dos bolsonaristas. "Estes dias, recebemos um comentário, no YouTube, que dizia o seguinte: 'É tipo Pink Floyd. Se souber separar a música da mensagem, é 10! Se não, é melhor partir pra outra! A música me agrada, o tema, nem tanto!”. Constatei que quem escreveu isso é apoiador do Bolsonaro. Acho praticamente impossível que o núcleo duro que o apoia veja o nosso vídeo e tome consciência. O sentimento deles é muito, mas muito mais forte. Além disso, o DNSM é um grupo independente e sem um grande alcance na mídia, capaz de possibilitar que  nossas ideias atinjam um alcance maior" - ressalta. 



Foto: Ishihara Marques



Diante do cenário atual, o músico se aprofunda no tema das bolhas e segmentações artísticas e políticas, impostas pela Internet, destacando que o potencial para furá-las deriva de dois aspectos: educação política e algoritmo das redes sociais. 

De acordo com JJ Zen, frases como a do empresário Roberto Medina, de que “a música não tem lado”, é "quase como afirmar que artistas como RATM, Ratos de Porão, Nina Simone e Tom Zé devem ficar calados enquanto ele (Medina) fatura muito com isso". "Precisamos deixar de lado o discurso de que política não se discute". 

A influência dos algoritmos das redes sociais em resultados de fatos históricos recentes, como o Brexit, na Inglaterra, e as eleições de Trump, nos Estados Unidos, e Bolsonaro, aqui no Brasil, também é algo que inquieta o artista. "As redes sociais devem ser regulamentadas, em caráter de urgência, e reafirmo: não se trata de proibir de se falar de política" - enfatiza.  

Ninguém solta a mão de ninguém

O DNSM obteve dois investimentos do Estado, durante sua trajetória. Com o ProAc, em 2018, eles gravaram o EP “Devaneios De Uma Mente Ordenada”. Já com a Lei Aldir Blanc, em 2021, convidaram outros artistas para tocar ao vivo. Com este aporte financeiro, foi possível pagá-los. Eram músicos "que não tinham um centavo no bolso, durante a pandemia". "Ajudamos os que estavam em situações mais difíceis, no projeto de 2021, da lei Aldir Blanc, até com dinheiro do próprio bolso. Eu não saberia quantificar ou qualificar a importância de derrotar este projeto político atual. Mas diria que ele é a razão da minha função como artista e ser pensante na nossa sociedade" - destaca JJ Zen.

Ouça “Despertar”: https://found.ee/dnsm_despertar

sexta-feira, 9 de setembro de 2022

Rafa Martins e Bola inauguram parceria com single de "Calcanhar"

Foto: Mateus Oliveira


Conhecidos pelas bandas Selvagens à Procura de Lei e Zimbra, os músicos Rafa Martins e Bola se juntaram para lançar o primeiro single da parceria: "Calcanhar", pelo selo Midas. Trata-se de uma música com uma vibe instrumental, que remete o ouvinte a uma linguagem musical mais pop, de poética sofisticada. 

Segundo Rafa, todo o processo da faixa foi conduzido da forma menos pretensiosa possível. Ele tinha a composição feita e a levou para Bola, que a ouviu e já trouxe "umas referências bem legais e mais dentro desse universo pop do que eu". "O foco sempre foram as vozes. Deixar elas soando bem juntas, num arranjo instrumental mais limpo. Eu acho que há elementos diferentes nela também. As guitarras que gravei estão conversando com uma pegada mais bedroom pop/indie, por exemplo" - ressalta. 

 

Divulgação

 

 

O músico acredita que sua obra o remete a Connan Mockasin, que é uma grande referência para ele. Nacionalmente, observa que a sonoridade da dupla pode ser comparada com Vitor Kley. "Eu curto e ouço pop. Embora não tenha me inspirado no som dele, admiro o Vitor como ótimo artista que é. Estou cada vez mais desprendido de soar de algum jeito, curtindo produzir de uma forma mais livre, seguindo minha intuição sobre o que a composição pede" - destaca o artista. 

Influências de projetos paralelos 

Essencialmente, Selvagens à Procura de Lei é uma banda de rock, de duas guitarras, baixo e bateria. Quando Rafa leva suas composições para a banda, elas vão tomando aquela estética. "Por outro lado, no meu rolê solo é onde consigo me divertir produzindo. Posso experimentar caminhos, de forma totalmente aventureira. É o meu laboratório, onde eu posso me aperfeiçoar como compositor, músico e produtor. Toda essa bagagem acaba respingando nos Selvagens também" - compara. 

Bola avalia que - apesar de diferentes - é inevitável não haver influência entre seus projetos paralelos - Zimbra e a atual dupla. "A intenção do trabalho paralelo da nossa parceria é passear por lugares que, com a banda, a gente não vai. São ambientes musicais um pouco diferentes e de características particulares".

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

Mokambo lança "Paladar": single romântico que reflete realidades sociais sensíveis

 A banda Mokambo é daquelas que julgam importante falar de absolutamente tudo o que se refere ao cotidiano humano. Diferentemente de “Não Consigo Respirar” - um justo manifesto antirracista, inspirado no caso da morte de George Floyd, nos Estados Unidos, em 2020 -, o novo single do grupo, “Paladar”, tem uma pegada mais romântica.


Foto: Samanta Toledo


 

Para o vocalista, guitarrista e gaitista Bruno Leitoza, falar sobre racismo é de extrema importância; mas ele avalia que o antirracismo também passa pelo fato de que é igualmente importante destacar que povo preto sabe falar e cantar sobre outros assuntos.





 

““Paladar” é sobre amor. Aproveitando o tema, fizemos o videoclipe, mostrando o amor entre duas mulheres pretas, que, além dos preconceitos que precisam enfrentar, também têm suas questões enquanto casal” – destaca o músico, ressaltando que, em breve, haverá mais músicas de amor, sobre questões LGBTQIA + e que abordem a temática do racismo.


Sonoridade ancestral 


Mokambo é, essencialmente, uma banda de blues e rock and roll que, cantado em português, ecoa vozes historicamente oprimidas da nossa sociedade. Mais do que a mera influência sonora, o grupo bebe dessa ancestralidade, a partir do conteúdo de suas canções, enfrentando, também, os já tradicionais desafios que artistas autorais e independentes passam no Brasil. Entre eles, está o de fazer com que mais pessoas se engajem na causa antirracista; contra o feminicídio e as históricas mazelas sociais brasileiras, especialmente num contexto em que o dito mainstream prefere que a maioria da população consuma música apenas para se distrair. Bruno acredita, por outro lado, que, “num país onde o ódio e a intolerância andam muito na moda, sorrir e ter momentos de diversão pode ser uma forma autêntica de resistência”.  



Foto: Samanta Toledo



“Cantar sobre tudo isso em português torna a mensagem mais direta. A gente deseja poder emocionar as pessoas. Que elas tenham a sensação de haver alguém ali, debatendo e levantando debates vivenciados no cotidiano. Como uma banda independente que somos, nossa voz ainda chega a um número mais limitado de gente. Mas, ao mesmo tempo, torna-nos mais acessíveis a elas: alguém mais próximo, que não está "em um patamar acima", ditando regras, mas sim propondo uma conversa mesmo. Acredito nisso como ferramenta para uma comunicação mais fortalecida e autêntica” – reflete o artista.

terça-feira, 24 de maio de 2022

Carpe retoma atividades com singles românticos

 

    Foto: Rafael di Melo (@dimelofotografia)


Um dos diferenciais da banda Carpe é a linha romântica com uma pegada rock and roll. As músicas ‘Não Tem Mais Eu’ e ‘Vem Pra Mim’, em especial, possuem uma sonoridade que remete ao fato de que as relações humanas devem ser pautadas pelo carinho mútuo e pela tomada de atitudes concretas, em relação às desventuras da vida – que a arte imita.

 

Com a chegada da pandemia, os músicos da Carpe, que moram em diferentes e distantes localidades da região metropolitana do Rio, quase se viram obrigados a encerrar o projeto. Resistentes, decidiram parar suas atividades por um breve momento e se dedicar apenas a estudar música. De volta à cena, pretendem, ainda neste ano de 2022, lançar um novo EP e fazer uma live.   

 

Para o baixista e fundador da banda, Renan Matias, apesar do momento difícil, o objetivo do grupo é levar ao público canções alegres, com letras na mesma pegada do single 'Caridade' - que levantem a autoestima e deem recados certeiros. “Temos de elevar nossas energias, enfrentar os desafios. Queremos mostrar, com a nossa música, que sofrer faz parte. Discussões em relacionamentos são normais e precisamos disso para evoluir e amadurecer. ” – ressalta Matias.

 

Além do baixista Renan Matias, a Carpe conta com a bateria de Edu Tamaki; a voz de Augusto Sérgio; os teclados e o sax de Dan Guedes; além da guitarra e dos bancking vocals de Luis Wagner.


Youtube:

https://www.youtube.com/user/carpeoficial

 

Instagram:

@carpeoficial

 


sexta-feira, 19 de junho de 2020

Gilber T faz versão para "Sinnerman", de Nina Simone

Desligar-se da matéria para liberar o sentimento. A ancestralidade do sofrimento do povo preto vem à tona na voz do guitarrista, cantor e compositor Gilber T, que disponibilizou, ontem, aqui, a sua interpretação para "Sinnerman", canção de Nina Simone que virou um dos símbolos-marco da época dos conflitos sobre os direitos civis nos Estados Unidos.

"Coincidentemente", nas últimas semanas, com a morte de George Floyd e a marcha mundial do Lives Black Matters (vidas negras importam!), muita gente lembrou da música. Com Gilber não foi diferente:

"Minha busca sempre foi a profundidade das coisas e, quando eu não as conheço, preciso assimilá-las, até para não retomá-las, se for este o caso. Sinceramente, não gravei a canção pelo momento. O que está rolando eu já canto em minhas composições e me cerco de iguais que contestam e protestam pelas mesmas coisas. Sinnerman foi uma feliz coincidência porque vidas negras importam - e muito!".

Imagem: Facebook
Confira o clipe:




Tudo começou quando, num dado momento, com a sugestão do amigo e produtor Tomás Magno, o músico vislumbrou regravar a obra; extremamente significativa, neste momento histórico de pandemia pelo novo coronavírus e da luta contra o racismo, nos Estados Unidos e em todo o mundo.

Em junho de 2019, Gilber já estava com a estrutura da canção bem adiantada para gravar. À ocasião, ele havia convidado o baterista Robson Riva (Seletores de Frequência) para fazer um registro na Tomba Records, em Niterói (RJ). Amarrados à gravação de piano, guitarras, contrabaixos e synth - que já havia feito em casa - o artista procurou interpretar o tema "sem a vaidade de induzir sentimentos alheios, através de maneirismos ou alguma verdade que não fosse a dele":
 Maurício Garcia, Gillber e Robson Riva. Foto: Facebook
"A voz foi a parte mais difícil, porque a Nina tomava todas as músicas para ela e, aos meus ouvidos, todas as versões dela são definitivas, impecáveis e clássicas. Eu queria o meu tom e andamento; respeitar as minhas próprias limitações. Preparei-me meses, não só para decorar a letra. Era preciso assimilá-la de tal forma a não pensar nela, mas, sim, no seu real significado".

A intenção era lançar, naquele final de 2019, entre o Natal e o Ano Novo, como uma forma de "exorcizar tantos acontecimentos estranhos e um sentimento de impotência ante a intolerância e toda sorte de absurdos". Adentramos 2020 e se passaram alguns meses:

"Lembro de um último show com o Bnegão e os Seletores de Frequência, em São Paulo. Tocávamos as músicas do Sítio do Pica Pau Amarelo. Foi muito bonito. Ao término, já era anunciada a quarentena, que se iniciaria efetivamente em todo o país, por tempo indeterminado, devido à propagação da Covid-19. O simples ato de ligar a TV para assistir um noticiário me deixava muito desiludido. Mas não foi daquela vez que uma espécie de tristeza e apatia me venceu".

No lançamento de "Brodagens", de Pedro de Luna. Foto: Facebook.
Sensação que acomete muita gente do meio musical durante a quarentena, muitas vezes o fato de estar com todo o tempo do mundo para produzir, com todos os equipamentos disponíveis, não significa, necessariamente, tesão para fazer qualquer coisa:

"Incrivelmente, amanhecia e eu sequer conseguia olhar para um instrumento. Rolava uma apatia e um vazio criativo, que me assolou durante semanas. Quando eu achava que ia dar, pintava a notícia de que alguém próximo perdeu a vida pela Covid".

Numa manhã, Gilber ligou para a mãe. À ocasião, conversavam sobre o privilégio de poder estar em casa, mantendo a quarentena, enquanto profissionais de saúde não só arriscavam suas vidas, mas eram submetidos à fúria de negacionitas:

"Daí, ela me falou: 'você viu o que aconteceu com aquele menino? Que coisa horrível!'. Era sobre a morte do menino João Pedro, no complexo do Salgueiro, em São Gonçalo (RJ). Eu já começava a registrar algumas coisas, mas, naquele momento, fui da tristeza profunda à vontade de gritar algo; a versão que tinha quase pronta me retornou como o grito que meu peito queria por para fora. Retornei à canção com o Bruno Marcus fazendo a mixagem e todas as trocas, feitas remotamente, em nossas casas".

Com o amigo - também músico - Mário Travassos, falecido em 2017
O sentimento de Gilber em relação à Sinnerman é espiritual. Trata-se de uma canção que atravessou séculos, primeiramente sendo cantada por escravos e, depois, assimilada e absorvida pelo gospel norte-americano, como uma música de expurgo:

"Em minha mente, foi uma forma de fazer minha mea culpa de pecador convicto - de alguma forma. Precisamos enxergar o quão falhamos como pessoas, sendo intransigentes, vivendo privilégios para salvar a própria pele, sem dar a devida importância a quem só quer viver e fazer viver, mesmo com tudo indo contra".
Quem é Gilber T?
Com três álbuns gravados pela Tomba Records ("Eu não vou morrer hoje", de 2010; "Dia incrível", de 2014; e "Contradições", de 2016), Gilber T vem da efervescente cena underground de São Gonçalo e Niterói dos anos 1990, época em que tocou na banda Tornado, de hardcore/rap (crossover):

"Sempre cultivei carinho e respeito pelas cenas rock e hip hop".

Em 2016, o jornalista e escritor Pedro De Luna lançou o livro "Brodagens", que Gilber não considera uma biografia:

"Aceitei cumprir o papel de fio condutor, para falar de uma cena frutífera de artistas e bandas dos anos 90. Achei algo muito importante, porque a obra fala de meninos e meninas que botavam a mão na massa numa época sem internet. Era tudo presencial. Compartilhava-se música em trocas e cópias de fitas k7, informação em revistas e fanzines (venho de longe rs !). Então, não é possível, para mim, falar ou fazer algum trabalho artístico que não seja para provocar, através do estranhamento ou no simples impulso de transmitir amor numa canção tradicional como Sinnerman".


Sinnerman (Nina Simone) - Download grátis: https://gilber-t.bandcamp.com/track/sinnerman
Ficha técnica ( Áudio):
Vocal, guitarra, sintetizador, contrabaixo e arranjo por Gilber T.
Piano e Backing Vocal: B Brecht.
Bateria: Robson Riva.
Gravado e mixado entre 2019 e 2020 na Tomba Records e na T' House.
Produzido por B Brecht e Gilber T
Masterizado por Seu Cris no Estúdio La Cueva.
Ficha técnica ( Vídeo):
Direção, câmera e ator: Rabu Gonzales.
Câmera: Isabel Valente.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Lançamento: Single de "Somente eu", de Andre Barroso & Banda, já está nas principais plataformas digitais

Com produção dos músicos Gilber T Chavon e Bruno Marcus, o single "Somente eu", de Andre Barroso & Banda, foi gravado, mixado e masterizado no estúdio Tomba Records, em Niterói (RJ). Apesar da pegada rock and roll, Barroso tem uma visão flexível da música, em toda sua diversidade. 



Imagem: Divulgação


“Essa possibilidade de novidades constantes me agradava, mas o que ouço no momento é mais influente do que essa formação do passado. Hoje, estou ouvindo mais Alaíde Costa, Billy Blanco, Nara Leão, Tom, Tim Maia, assim como Rage Against Machine, Slayer, Kreator e Mothorhead” – enumera Barroso. 




Foto: Divulgação.




Distribuído pelo selo Café Forte Música Digital/Sony, o trabalho está disponível no Spotify
Google Play, Deezer, e Itunes

Acompanhe também Andre Barroso & banda no Facebook, Instagram e no YouTube

Contato:
contatoandrebarroso@gmail.com


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Rio: Psicotaxi`s se apresenta na série "Grandes Artistas"

Novo projeto do saxofonista Marcelo Cucco (Dedos em Som), o trio Psicotaxi`s - que conta também com a voz de Maria Steinbruck e a voz e guitarra de Bárbara Monnerat - vai se apresentar, no próximo dia 28, quinta-feira, na série ''Grandes Artistas'', na Casa de Baco, na Lapa, Rio. 


Organizando saraus de poesia e música no bairro das Laranjeiras, no Rio, a banda faz releituras com arranjos próprios de temas clássicos de jazz, rock e MPB.



Imagem: Divulgação


"Estamos extremamente felizes com o convite da casa e vamos fazer jus, presentando-a com nossas canções autorais e covers" - conta Cucco.


A banda, que conta com 10 músicas autorais - a maioria da vocalista Maria Steinbruck, em parceria com o saxofonista - planeja a produção do seu álbum para 2018, junto a singles e videoclipes.

Serviço:

Dia: 28 de Setembro de 2017 (quinta-feira)
Horário: 21h (a casa abre às 20h)
Local: CASA DE BACO -  Rua da Lapa, 243 - Centro - Rio de Janeiro (próximo ao metrô Glória)
Classificação: Livre

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Cacá Munista lança CD Digital em Niterói

Imagem: Facebook


No lançamento do CD Digital de Cacá Munista pelo selo Astronauta, a primeira edição do "3 X 1" aporta na sexta-feira (12), no Convés, em Niterói (RJ), com outros dois representantes da cena independente niteroiense: Claos Mózi Trio e a banda DKV. 

"O evento promete ser mais uma noite inesquecível no Convés: um dos espaços mais importantes do cenário musical de Niterói e um verdadeiro templo da música independente! Contamos com a presença de todos!" - destaca Cacá.

Serviço:

/// Claos Mózi Trio ::: Abertura com elegância
/// Cacá Munista ::: Lançamento do CD Digital (Já em todas as plataformas - Spotify, Dezzer, Google Play, Itunes)
/// DKV ::: Encerramento com chave de ouro

Pista:

/// DJ Invisible Wasabi

Quando:
Sexta-feira, dia 12

Início:
22h

Entrada:
R$10 - lista amiga
R$20 - na hora

Classificação:
16 Anos

Local:
Espaço Convés - Rua Cel. Tamarindo, 137, Gragoatá, Niterói. 

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Samba e rock na sonoridade de Pedro Gama

Foto: Zeca Vieira


Unindo a boemia do samba com a energia do rock, o cantor e compositor Pedro Gama é uma das novas e promissoras vozes da música brasileira. Sua experiência nas noites cariocas o tornou um morador da boemia. Isso se reflete nas canções do seu EP de estreia em carreira solo, “Condôminos”, que traz músicas influenciadas pelo rock e o samba de raiz, com letras sinceras e cotidianas.  Ao ouvir as composições de Gama, é como se a batucada e a distorção saíssem para dançar na noite e encontrassem a psicodelia e o erudito.

O trabalho de estreia do projeto solo de Pedro Gama aborda o glamour e a paradoxal decadência da vida boêmia, onde o autor busca demonstrar suas emoções com um som forte que decanta seus impulsos mais intensos sobre as perturbações do mundo. O EP “Condôminos” é a coletânea de músicas surgidas em meio a encontros no bar Imperatriz, embaixo do poste com numeração 15 (daí o nome da segunda faixa do disco, a "Poste XV"), ou em aulas de Sociologia e Ciência Política (é o caso da canção “Espelho”), como também canções antigas, (“Retratos de um Condômino da Boemia”) que ajudaram a nomear o trabalho:

“A música já existia antes de pensar no nome do EP, mas ele só fez sentido quando minha companheira me falou do seu tema no mestrado, que era, em suma, condomínios. Aí para mim fez sentido o ‘condômino’ da boemia ser aquele que habita os espaços tidos como boêmios”, explica Pedro Gama.

As influências de  Pedro Gama vêm de grandes clássicos do samba carioca, como Candeia, sem deixar de lado a identificação com a MPB de Sérgio Sampaio e Jards Macalé, o tropicalismo e a psicodelia brasileira dos anos 70. A vida livre que o levou à música, também trilhou o caminho que o encaminhou para apresentar-se em importantes palcos, como o show no Centro da Música Carioca Artur da Távola; a apresentação no Canecão e no MinC, durante a ocupação; e apresentação na Lona Cultural João Bosco.

Produzido de forma independente, o EP traz direção musical de Fafá Oliveira, com gravação, mixagem e masterização por Bruno Sanson (do Sanson Studio). Pedro Gama (voz e saxofone) é acompanhado nas apresentações ao vivo por Fafá Oliveira (baixo), Arthur Moreno (percussão), Gabriel Diniz (guitarra) e Paulo Cioli (violão).

Ouça “Condôminos”:

Google Play: https://goo.gl/WvvMpB
Apple Music : https://goo.gl/wII1gN

terça-feira, 18 de abril de 2017

Tacy de Campos lança seu primeiro CD


Foto: Marcos Hermes


Arranjos clássicos do rock and roll brasileiro, somados ao timbre característico de Tacy de Campos (que interpreta Cássia Eller no musical). O disco “O Manifesto da Canção”, da cantora curitibana, forma uma sonoridade repleta de poesia e identidade, numa declaração pública dos princípios intenções da cantora, como todo manifesto deve ser.

 "É um sonho se realizando e fico muito feliz de compartilhar com vocês o primeiro cd da minha    vida, resultado de tudo que vivi, toquei e li por aqui ou ali" - ilustra Tacy.


Show de lançamento do disco "O MANIFESTO DA CANÇÃO" 

Serviço: 

Quando: 19/04 - quarta-feira
Onde: Solar de Botafogo
Rua General Polidoro, 180, Botafogo
Telefone: (21) 3005-4104

Horário: 21h

Quanto:
R$40 inteira
R$20 meia

Lista amiga: R$20 + 1kg de alimento

Locais de venda: compreingresso.com ou na bilheteria do teatro

terça-feira, 4 de abril de 2017

Wagner José e Seu Bando tocam na Cantareira, em Niterói (RJ)

Imagem: Facebook


Última chance para comprar ingresso do Aldeia Rock Festival, com promoção e sem taxas!
Tratar com Wagner José, amanhã (5), entre 19h e 22h, no Bar do Renato, na Cantareira, em Niterói (RJ).

sexta-feira, 3 de março de 2017

Fica Saloon!

Imagem: Facebook/Divulgação


BANDAS CONVIDADAS: - Cândido - Coyotes Oficial (SP) - The Bunker Band - Carbonica. (SP) - MIRANT(SP) 

Nos intervalos, o som fica por conta da Dj, que vem enlouquecendo as pistas cariocas: 
DJ Priscila Dau

INGRESSOS: R$10 (confirmando presença no evento até ás 12h do dia do evento). R$15, sem confirmar presença. 

Chame os amigos e venha fazer parte dessa noite de rock entre paulistas e cariocas!
 

Endereço: R. Pinheiro Guimarães, 79 - Botafogo, Rio de Janeiro – RJ.
Telefone: (21) 7544-5151

#ficasaloon #orocknuncamorreu

APOIO: Tramalhama


Social Distortion volta ao Brasil após 16 anos

Lenda do punk californiano se apresenta em São Paulo e Curitiba em novembro com a turnê do aclamado álbum Born to Kill Foto: divulgação O je...