segunda-feira, 27 de abril de 2026

Galocantô celebra poesia de Luiz Carlos da Vila no Theatro Municipal de Niterói

 

Fotos: divulgação 

O palco do Theatro Municipal de Niterói recebe, no sábado (2), às 19h, um encontro marcado com a história do samba. O renomado grupo Galocantô sobe ao palco para uma apresentação única em tributo a Luiz Carlos da Vila, um dos maiores poetas do gênero.

Os ingressos já estão à venda pela plataforma Fever, por R$ 50 (inteira).

Legado 

O show é baseado no elogiado álbum "Galocantô – Luiz Carlos da Vila 75 Anos". O público pode esperar uma sonoridade encorpada: além dos clássicos, o quinteto traz novos arranjos que incorporam baixo e bateria a canções consagradas. No repertório, hinos como "O show tem que continuar"; "Cabô, meu pai" e "Kizomba, festa da raça". 


A apresentação também destaca faixas exclusivas do projeto, como "A luz de um grande amor" e "Um verso pra Luiz", esta última composta por Moacyr Luz, parceiro fiel do homenageado.

A conexão entre o grupo e o compositor transcende a admiração profissional. No início dos anos 2000, o Galocantô atendia pelo nome de "Além da Razão" (sucesso de Vila). A relação era tão estreita que a última composição de Luiz Carlos da Vila foi batizada justamente de "O Galocantô", feita sob medida para o quinteto. 

 "Falar de Luiz Carlos da Vila é falar de amor, justiça e brasilidade. Sua obra é imortal e transcende o tempo", afirma Marcelo Correia, diretor musical e violonista do grupo.


Serviço:

Evento: Galocantô canta Luiz Carlos da Vila

 Data: 2 de maio

 Horário: 19h

 Local: Theatro Municipal de Niterói

 Ingressos: R$ 50 (Inteira) | Site: Fever

João Fênix celebra 25 anos de carreira com álbum ao vivo e dueto com Ney Matogrosso

 

Foto: divulgação 

Em novo projeto, Mapa de Tempo, o contratenor pernambucano condensa duas décadas e meia de trajetória em um registro visceral gravado no Rio de Janeiro. O álbum sela a histórica irmandade artística com Ney Matogrosso, que divide os vocais com Fênix na faixa de encerramento, reafirmando a sintonia entre mestre e pupilo

O palco sempre foi o laboratório de João Fênix, mas é em seu novo álbum, Mapa de Tempo, que o cantor parece consolidar sua geografia emocional. Gravado ao vivo no Manouche (RJ), o disco funciona como um inventário de uma trajetória de 25 anos, guiada por intuição e precisão técnica de sua voz de contratenor.

O projeto celebra a parceria de longa data com o violonista e arranjador Jaime Alem. Juntos, eles costuram um repertório que João divide em quatro pilares: o espiritual, o agrário, o político e o romântico. "Só canto o que está no meu coração", resume o artista, que foge de fórmulas mercadológicas para priorizar a verdade interpretativa.

Território

O álbum percorre desde a ancestralidade de "Pai Grande" (Milton Nascimento) até a expansão para a língua espanhola com "Al Final de Este Viaje en la Vida" (Silvio Rodriguez). A incursão hispânica de Fênix, aliás, já colhe frutos: sua versão de "Alfonsina y El Mar"*, com Virgínia Rodrigues, é finalista do Prêmio da Música Brasileira 2026.

A versatilidade vocal de João — lapidada no Conservatório Pernambucano de Música — atinge o ápice em "Todo Homem" (Zeca Veloso), onde ele transita com naturalidade entre graves e agudos.

Encontro 

O álbum sela mais um capítulo da irmandade com Ney Matogrosso. Presente na caminhada de João desde o seu début, em 2001, Ney divide os vocais na emblemática "Nada Mais (Lately)". A colaboração encerra o disco com a elegância de quem reconhece no pupilo um herdeiro de sua estirpe artística. "Ney é um artista solar. Tê-lo na minha vida é motivo de gratidão", afirma Fênix.

Futuro


Enquanto circula com a turnê de Mapa de Tempo pelo Brasil e exterior, João Fênix já olha para o horizonte: a pré-produção de seu próximo álbum de estúdio já começou, com lançamento previsto para 2027.

Mapa de Tempo já está disponível em todas as plataformas digitais.

domingo, 26 de abril de 2026

Arnaldo Antunes e José Miguel Wisnik lançam clipe de “Átimo de Som”

Fotos: reprodução/YouTube 


Os compositores Arnaldo Antunes e José Miguel Wisnik acabam de estrear no YouTube o videoclipe de “Átimo de Som”. A faixa integra o novo EP de Wisnik, intitulado Mais Simples, que reúne interpretações inéditas de sua obra por vozes como Caetano Veloso, Djavan e Sophie Charlotte.




Originalmente composta em homenagem a Gal Costa, a canção nasceu de um convite de Wisnik a Antunes.




Para Wisnik, a gravação traz uma nova camada à composição, destacando o "mistério no grão da voz" de Antunes. O registro audiovisual, dirigido por Luan Kardoso, captura a performance em estúdio dos artistas, acompanhados por Marina Wisnik nos vocais e Guilherme Kastrup na percussão. As informações são da Nova Brasil FM.

O EP Mais Simples já pode ser ouvido em todas as plataformas de áudio.

sábado, 25 de abril de 2026

Flea redescobre raízes em "Honora": sua estreia solo no jazz

Fotos: redes sociais @flea333


Conhecido mundialmente pela energia explosiva e pelas linhas de baixo que definiram o Red Hot Chili Peppers, Flea acaba de revelar uma faceta muito mais íntima e sofisticada de sua musicalidade. Lançado em março, o álbum "Honora" marca a estreia solo do músico, mas esqueça o funk-rock dos estádios: aqui, o protagonista é o jazz.

O projeto é fruto de uma imersão profunda. De acordo com informações da Billboard Brasil, Flea dedicou dois anos ao aperfeiçoamento do trompete — sua primeira paixão musical da juventude —, para dar vida às composições. Gravado majoritariamente em fevereiro do ano passado, o disco é um mergulho em texturas atmosféricas e improvisação.

Para tirar o projeto do papel, o artista se cercou de um "time de elite", incluindo o produtor Josh Johnson e o guitarrista Jeff Parker. O prestígio de Flea também atraiu colaborações de peso, que elevam o álbum a outro patamar: Thom Yorke empresta sua voz a “Traffic Lights”, enquanto o lendário Nick Cave interpreta “Wichita Lineman”. O repertório ainda surpreende com releituras de Frank Ocean e uma versão de “Maggot Brain”, clássico do Funkadelic.

A nova fase não ficará restrita ao estúdio. Flea já prepara uma turnê intimista pela América do Norte e Europa, com a nova banda. O impacto do anúncio foi imediato, com a maioria dos ingressos já esgotada, provando que o público está ansioso para ver o mestre do baixo em sua versão mais purista e jazzística.

Ouça Honora.  


sexta-feira, 24 de abril de 2026

Rio das Ostras Jazz & Blues Festival confirma 22ª edição para junho

 

Fotos: divulgação 

Considerado o maior evento do gênero na América Latina, ele figura entre os dez maiores do mundo

 Após o sucesso de público no último ano, a organização confirmou que manterá, de 4 a 7 de junho, a estrutura gratuita que consolidou Rio das Ostras, na Região Lagos, como a "Capital Estadual do Jazz & Blues".




Desde sua fundação, em 2003, o festival se tornou um pilar estratégico para o estado do Rio de Janeiro. De acordo com dados da FGV-RJ e do Sebrae, o evento injeta, em média, R$ 9 milhões na economia local, durante seus quatro dias de realização. Mais do que entretenimento, o festival funciona como um motor para o turismo e a geração de renda na Costa do Sol, atraindo anualmente entre 100 mil e 130 mil visitantes brasileiros e estrangeiros.

22ª edição


Para 2026, a promessa é de um line-up robusto e diversificado, com mais de 30 atrações nacionais e internacionais. As apresentações serão divididas em quatro palcos estrategicamente espalhados pela cidade, mantendo o foco na democratização do acesso à cultura, em shows totalmente gratuitos.

 Números:

 Histórico: mais de 600 shows e 100 palestras realizadas.

 Alcance: mais de 1 milhão de espectadores, ao longo de duas décadas.

 Estrutura: 4 palcos, com foco em jazz, blues e música instrumental.

Reconhecimento: parte do calendário oficial de eventos do Estado do Rio de Janeiro, desde 2011.



Na página @rostrasjazzblues no Instagram, pode-se acompanhar as atrações musicais confirmadas pela produção. 

O evento é uma realização da Prefeitura de Rio das Ostras, via Secretaria de Turismo e Fundação de Cultura, com produção da Azul Produções e apoio da Like Produtora.

Dulce Quental desvenda "A Mulher Escondida nas Canções", em Botafogo



Foto: Nana Moraes/divulgação


A voz que embalou gerações com o hino "Eu sou free" e que se consolidou como uma das canções mais sofisticadas da MPB contemporânea tem encontro marcado com o público carioca


A poesia revisitada. Neste sábado (25), a Acaso Cultural, em Botafogo, Zona Sul do Rio, abre suas portas para Dulce Quental. Longe de ser apenas uma retrospectiva nostálgica, o show "A mulher escondida nas canções" se dedica à arquitetura poética da artista. Conhecida pelo rigor com que lapida suas letras, Dulce traz ao palco a maturidade de quem transitou com elegância entre o rock dos anos 80 e a vanguarda da "new bossa". 

Refinamento

Desde sua estreia solo com álbuns icônicos como "Délica" e "Voz Azul", Dulce Quental se distanciou das fórmulas comerciais para buscar uma identidade própria. Sua música é um território onde o jazz e o blues conversam naturalmente com o pop e a bossa nova. Essa versatilidade não é por acaso: com formação em Filosofia, Jornalismo e Ciências Sociais, a artista imprime em suas composições uma densidade intelectual que a tornou parceira de nomes como Frejat (em "O Poeta Está Vivo") e interlocutora de artistas como Cazuza e Arnaldo Antunes. 

O público pode esperar uma sonoridade que remete ao minimalismo sofisticado de bandas como Everything But the Girl e a suavidade de Sade, mas com o DNA inconfundível da canção brasileira. É uma oportunidade rara de ver de perto uma das letristas mais refinadas do país, em um ambiente intimista. 


Programe-se: 




Evento: Dulce Quental – "A mulher escondida nas canções" 

Quando: Sábado, 25 de abril, às 20h 

Onde: Acaso Cultural (Rua Vicente de Sousa, 16 – Botafogo) 

Ingressos: A partir de R$ 55 (vendas via Sympla)

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Legado de Carlos Gomes une ancestralidade e arte lírica na Sala Cecília Meireles

Fotos: divulgação

 

Em espetáculo inédito que une ópera e balé, o diretor e tenor Fernando Portari destaca a "genuína brasilidade" do compositor que conquistou a Europa e colocou a figura do indígena no panteão dos grandes heróis da humanidade


Por Saulo Andrade

No mês em que se celebram os Povos Indígenas e os 190 anos de nascimento de Carlos Gomes, a Companhia de Ópera da Lapa apresenta o espetáculo “Carlos Gomes, O Selvagem da Ópera”. Sob a direção do renomado tenor Fernando Portari, a montagem — que acontece na sexta-feira (24), na Sala Cecília Meireles — promete ser mais que um concerto: uma imersão profunda na identidade sonora do Brasil.

Para Portari, o compromisso da obra é evocar a ancestralidade presente no povo brasileiro. "Não poderíamos ser mais felizes com esse legado de Gomes, que coloca a figura do indígena Pery e sua cultura no centro dos grandes heróis da humanidade", afirma o diretor do espetáculo, acrescentando que melodias icônicas de “O Guarani”, como o dueto de Pery e Ceci, são "células da mais pura expressão da música popular brasileira".

Trajetória

Embora O Guarani seja a peça central por seu simbolismo, a peça explora a versatilidade de um compositor que não teve medo de ousar. Portari destaca a inclusão de trechos de “Fosca”, obra influenciada pelo germanismo de Wagner, além do oratório Colombo, uma de suas últimas composições. "(Ela) conta a aventura épica do grande navegador Genoves, ao chegar às Américas. Gomes avança em sua escrita e usa os recursos do verismo, que já dominava o grande repertório italiano. Era definitivamente um homem destemido, que não se prendeu a seu tempo e se aventurou pelas novas linguagens com absoluta mestria”, detalha o tenor. 



A complexidade técnica das obras exige um elenco de excelência. O espetáculo contará com solistas como Michele Menezes, Marianna Lima, Ivan Jorgensen, Marcelo Coutinho, Flávio Mello e Pedro Olivero. Segundo o diretor, as vozes foram escolhidas pela capacidade dramática e timbres variados, criando uma experiência de "amplas e diversas sonoridades" sobre a base harmônica delicada do Quinteto de Cordas da Orquestra Jovem do Rio e da pianista Eliara Puggina.

Dança e Ópera

Um dos momentos mais aguardados é a participação dos primeiros bailarinos do Theatro Municipal, Márcia Jaqueline e Rodrigo Hesmermeyer. Eles interpretarão o pas de deux “Baccanale Indiano”, com uma coreografia criada especialmente para a ocasião, evocando a tensão de Pery e Ceci, capturados pelos índios Aymorés.

"Será uma epifania", entusiasma-se Portari. "É na ópera que todas as artes se fundem — música, canto, dança e teatro — para criar esse turbilhão de emoções".

O palco escolhido não poderia ser outro: a Sala Cecília Meireles. "Espaço ideal para apreciar as filigranas da voz humana. Proporciona uma sonoridade generosa e íntima, permitindo uma imersão profunda no universo lírico", conclui o diretor.

SERVIÇO:

Espetáculo: “Carlos Gomes, O Selvagem da Ópera”

Data: 24 de abril

Local: Sala Cecília Meireles (Largo da Lapa, 47)

Horário: 19h

Ingressos: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia)

Classificação: Livre

Duração: 1h30

Folia de Reis ocupa Centro do Rio neste sábado

Foto: divulgação 


O corredor cultural do Centro do Rio ganha cores e versos ancestrais neste sábado (25). A Casa Brasil abre alas para a Folia de Reis A Brilhante Estrela de Belém, que desce o Morro da Formiga, na Tijuca, para uma apresentação gratuita a partir das 15h.

O evento faz parte do Programa Público e promete transformar o prédio histórico em um palco de devoção e oralidade. Com mais de uma década de estrada, o grupo preserva a liturgia da folia — da marcha de entrada às chulas e brincadeiras dos poetas —, reforçando os laços entre a cultura popular e o ambiente urbano.

Serviço:

 Evento: Folia de Reis A Brilhante Estrela de Belém

 Data: Sábado, 25 de abril, às 15h

 Local: Casa Brasil (Rua Visconde de Itaboraí, 78 – Centro do Rio)

 Entrada: gratuita

 Exposições: visitação de terça a domingo, das 10h às 17h (em cartaz até 08/07)


Bangers Open Air 2026 confirma nomes e inicia venda de ingressos

Foto: Marcos Hermes/divulgação 

O cenário do metal mundial já tem encontro marcado, em solo brasileiro. O Bangers Open Air 2026 se consolida como um dos eventos mais aguardados do calendário da música pesada, prometendo dois dias de imersão total em um line-up que equilibra ícones históricos e as novas potências do gênero.

Mais do que um festival, o evento busca reforçar a conexão e a união da comunidade headbanger, em performances de alta voltagem e infraestrutura preparada para momentos históricos. Para as famílias que curtem o estilo, a organização confirmou que crianças de até 10 anos não pagam entrada.

Garanta sua presença

As vendas já estão abertas e podem ser realizadas de forma online:

 Ingressos: disponíveis no Clube do Ingresso.

Informações Oficiais: acesse o site bangersopenair.com ou o Linktree do festival.

 Redes Sociais: Acompanhe as atualizações em @bangersopenair.


Exposição "AUTOMATA" resgata ancestralidade indígena na Biblioteca Parque

            Fotos: Leonardo Ferraz/divulgação

Em um contraponto necessário ao tradicional calendário do "descobrimento", a Biblioteca Parque Estadual inaugurou a exposição têxtil "AUTOMATA". A mostra, que abre para visitação do público nesta segunda-feira (27), utiliza o bordado e a mecânica para dar vida às raízes dos povos originários e à resistência Goytacá.

Idealizada pela artista Aline Bagre em colaboração com Anthony Brito, a exposição apresenta 30 obras que fogem do estático. Em engrenagens e manivelas acionadas pelo próprio visitante, as peças revelam micro-narrativas que misturam memórias familiares e metáforas sobre a natureza. "A motivação foi criar um jeito de ‘mexer’ na lembrança", define Aline sobre o caráter interativo da obra.



Com entrada gratuita e recursos de audiodescrição, a iniciativa foi viabilizada pela Política Nacional Aldir Blanc.

Serviço:

 Visitação: 27 de abril a 29 de maio.

 Horário: Segunda a sexta, das 10h às 17h.

 Local: Biblioteca Parque Estadual (Centro, RJ).

 Entrada: Gratuita.


terça-feira, 21 de abril de 2026

Cantareira recebe homenagem a São Jorge

Fotos: divulgação

Ancestralidade e fortalecimento das matrizes africanas. Nesta sexta-feira (24), às 18h30, a região da Cantareira, em São Domingos, Niterói, será palco de uma celebração que une fé, cultura afro-brasileira e o melhor do samba de raiz. A Unegro Niterói (União de Negras e Negros pela Igualdade) e o Yorubar celebram, em parceria, o Dia de São Jorge, com roda de samba, encontros musicais e um deliciosa feijoada.


A programação, organizada pela diretora de matrizes africanas da Unegro, Mari Gameiro, traz como destaque musical o grupo Alujá Samba, que se apresenta pela primeira vez no casarão do Yorubar.

Nos intervalos, a pista fica sob o comando da DJ Mayara Ylo, garantindo uma mistura de ritmos que promete não deixar ninguém parado.

Para completar a experiência sensorial, a gastronomia típica é um capítulo à parte. O público poderá saborear a tradicional feijoada e o legítimo acarajé, preparados por Eliete Soares (Baianinha).


Serviço: 

Data: 24 de abril (Sexta-feira), às 18h30;

Local: Yorubar – Cantareira, Niterói;

Atrações: Grupo Alujá Samba e DJ Mayara Ylo;

Cardápio: Feijoada e Acarajé (Parceria Eliete Soares/ESCAAM).

Realização: Unegro Niterói e Yorubar

Galocantô celebra poesia de Luiz Carlos da Vila no Theatro Municipal de Niterói

  Fotos: divulgação  O palco do Theatro Municipal de Niterói recebe, no sábado (2), às 19h, um encontro marcado com a história do samba. O ...