quinta-feira, 7 de maio de 2026

Guilherme Lamas lança 'Pilar' em homenagem às raízes e à inovação

 

Fotos: Rafael Scucuglia/divulgação

O violão como Alicerce. Instrumento de 7 cordas, alma de gêneros fundamentais da música brasileira, ele ganha novos contornos pelas mãos do músico e compositor Guilherme Lamas. Com lançamento marcado para o dia 20 de junho nas plataformas digitais, o álbum Pilar marca o quinto trabalho da carreira do artista e traz uma proposta que une o rigor acadêmico à espontaneidade popular.

Doutor em música pela Unicamp e formado pelo Conservatório de Tatuí, Lamas apresenta uma sonoridade que transita entre as cordas de náilon e as de aço — estas últimas, uma raridade na cena instrumental brasileira. O projeto conta com o patrocínio do Fundo de Investimentos Culturais de Campinas (FICC 2024).


Afeto 

O título do álbum é carregado de simbolismo. Inspirado em uma composição homônima feita para sua mãe, o nomePilar sugere a ideia de sustentação e apoio, conceito reforçado pelo mestre Paulo Bellinati. Estruturado em 11 faixas, o disco apresenta três suítes autorais inéditas — termo clássico aplicado aqui ao contexto popular — e releituras de clássicos de Tom Jobim e Toninho Horta.

A produção reflete a identidade campineira do músico, contando com a participação de sete instrumentistas, sendo cinco deles da região. O trabalho consolida o violão de 7 cordas, não apenas como acompanhamento, mas como protagonista absoluto.

"Pilar remete justamente à ideia de sustentação e apoio, que minha mãe sempre me deu", recorda-se Guilherme Lamas.

Maratona 

Antes da estreia oficial, o público poderá acompanhar uma série de eventos virtuais e presenciais. A partir de 13 de maio, Lamas inicia um ciclo de lives em seu canal no YouTube, abordando desde produção musical até arranjos para violão solo.

Agenda

23 de maio: show de pré-lançamento na Casa de Cultura Aquarela (Grátis).

03 de junho: show solo virtual, antecipando composições do álbum.

11 de junho: grande show de lançamento, no Teatro Castro Mendes, em Campinas.

Theatro Municipal de Niterói recebe homenagem à identidade feminina



Mulher brasileira, em primeiro lugar. No próximo dia 16 de maio (sábado), às 17h, o palco do Theatro Municipal de Niterói será cenário de um concerto que promete transcender a música clássica tradicional. O espetáculo "As Marias do Brasil", sob a regência da maestra Waleska Araújo, propõe uma imersão sensorial nas histórias, na resiliência e na diversidade das mulheres brasileiras. 

Com direção artística de Gustavo Fernandes, a apresentação de 70 minutos é uma verdadeira expedição sonora. O repertório atravessa as cinco regiões do país, costurando as batidas das periferias cariocas, com as texturas das paisagens amazônicas. A proposta rompe as barreiras do formato erudito, ao fundir ritmos populares à música de câmara.

Segundo a maestra Waleska, o objetivo é transformar cada canção em uma janela para identidades que merecem visibilidade. É a música instrumental, servindo como tributo à força feminina que molda a cultura nacional.

 Transformação

 O concerto é realizado pela Orquestra Filarmônica Metropolitana (OFM), braço do Instituto dos Sonhos, sediado em São Gonçalo. A OFM é reconhecida pela excelência artística, ao reunir músicos de destaque da região metropolitana e serrana do Rio. Atua, também, em teatros, praças e comunidades, para formar novas plateias, com foco especial em compositores e repertórios fluminenses.

 Serviço 

Fotos: divulgação 

O espetáculo tem classificação livre e espera atrair um público de 400 pessoas. É um convite para quem busca na arte uma forma de reflexão e conexão com as raízes brasileiras.

 Concerto "As Marias do Brasil" 

 Quando: 16 de maio (sábado), às 17h

 Onde: Theatro Municipal de Niterói

 Classificação: Livre


Itaipava sedia residência internacional inédita de música eletrônica

 

Colours in the Dark. Foto: divulgação 

Laboratório de beats. Entre os dias 11 e 15 (de segunda a sexta próximos), a tranquilidade da Serra Fluminense será o pano de fundo para uma iniciativa pioneira na América Latina. O selo brasileiro Sleep Tales, referência global em wellness audio, promove o Sleep Tales Music Lab, a primeira residência artística do continente, dedicada exclusivamente à pesquisa e experimentação de beats.

O projeto reúne nove artistas — cinco brasileiros e quatro estrangeiros —, em uma imersão criativa em Itaipava. O objetivo é transformar o isolamento natural em combustível para a produção de música instrumental e eletrônica, conectando a sonoridade nacional à cena global.

Inovação 

Bela Band. Foto: divulgação 

Diferente das produções tradicionais, o Music Lab adota uma estética vibrante e orgânica. Uma casa na serra foi convertida em um "estúdio vivo", onde a tecnologia portátil se mistura a instrumentos acústicos e sons da própria natureza.

A curadoria aposta na fusão de gêneros como Jazz e Ambient, Hip Hop Instrumental, Downtempo e Texturas Contemporâneas Brasileiras. 

Serra

A escolha de Itaipava não é por acaso. Além do silêncio necessário para a concentração, a região carrega o DNA da música brasileira, tendo sido refúgio de ícones como Tom Jobim. O ambiente favorece workshops, sessões de escuta coletiva e a formação de grupos de criação que buscam mais do que apenas música, mas uma nova "reflexão estética".

A coreografia do afeto: Felipe Antunes lança "Dança do Universo"

 


Após três indicações ao Latin Grammy com o grupo Vitrola Sintética e uma consolidada carreira como diretor musical no teatro, o cantor e compositor Felipe Antunes apresenta seu novo álbum solo: Dança do Universo. O trabalho não é apenas uma coleção de canções, mas um percurso narrativo que investiga como os encontros cotidianos e a coletividade moldam a experiência humana nas grandes cidades.

O disco sucede o elogiado Embarcação e marca um deslocamento temático. Se no trabalho anterior o mar era a metáfora para as crises, aqui o foco está no asfalto, no corpo e no movimento. Com forte influência da MPB e do samba, Antunes propõe o que chama de "escuta compartilhada", transformando vivências íntimas em um manifesto sobre resistência e tempo.

Política e poesia

O álbum se destaca pela profundidade lírica, equilibrando o existencialismo com o protesto social. Na faixa-foco "Quem Tem Vida", o artista faz uma homenagem àqueles que cuidam da existência, questionando a intolerância. Já em "Eu Me Vingo da Tristeza", Antunes musicaliza a obra do poeta Oswaldo de Camargo, transformando o samba em uma ferramenta de alegria política.

Outro ponto alto é a faixa "O Tempo Uma Espiral", que dialoga com o conceito de "tempo espiralar", da pesquisadora Leda Maria Martins, propondo uma visão não linear da história e da vida.

Conexões

A trajetória de Felipe Antunes sempre foi marcada pela porosidade entre as artes. Atualmente à frente da direção musical da peça "Lia Lia" — estrelada por Bete Coelho e Camila Pitanga —, o músico traz essa bagagem dramatúrgica para o disco. A vocação para o diálogo também se reflete na faixa "Di Dia Ó Di Noti / De Dia, De Noite", que promove um encontro linguístico e cultural entre o Brasil e a Guiné-Bissau.

Realizado com apoio do ProAC/PNAB, Dança do Universo já está disponível em todas as plataformas digitais.

Claudio Salles une o orgânico ao IA em novo clipe: "Tribo de Jah"

 

Divulgação 

O cenário musical de Niterói ganha um novo marco de inovação nesta sexta-feira (8). O músico e videomaker Claudio Salles lança no YouTube o videoclipe de "Tribo de Jah", single que integra seu álbum, Depois do Caos. A obra é um exercício de contraste: enquanto o áudio celebra a instrumentação analógica, o visual mergulha no hiper-realismo da Inteligência Artificial.

O projeto se destaca pelo modelo 100% independente. Salles assume o controle total da cadeia produtiva, atuando como compositor, vocalista, diretor e editor. Ao dominar ferramentas de IA para criar cenários complexos e um avatar hiper-realista de si mesmo, o artista elimina intermediários e garante fidelidade absoluta à sua visão original.

Dualidade

Com raízes no rock e na MPB, a faixa prioriza a performance humana, ao incluir um time de peso: Cláudio Infante (bateria; Marcelo Martins (sax); Marlon Sette (trombone; além de arranjos de base de Igo Santiago e os metais de Daniel Cahon. 

Contrastando com o "suor" analógico da gravação, o clipe utiliza tecnologias de ponta para criar transições vertiginosas e universos virtuais impossíveis de serem reproduzidos em filmagens tradicionais.  

"A música traz a textura do analógico; o vídeo é a exploração das ferramentas do nosso tempo. É o ápice da produção independente", afirma Salles.

Serviço

Lançamento: Videoclipe "Tribo de Jah"


Data: 8 de maio de 2026

Onde assistir: [Canal Oficial no YouTube]

Onde ouvir: Já disponível em todas as plataformas de streaming via [Spotify].


quarta-feira, 6 de maio de 2026

Barra de São João vira a capital do Jazz e do Blues em maio

 

Fotos: divulgação 

Acordes que Impulsionam. Entre os dias 15 e 17 de maio (de sexta a domingo), o distrito de Barra de São João (RJ) será o epicentro de um dos encontros musicais mais aguardados do estado. A região recebe uma etapa do Circuito Sesc Jazz & Blues 2026, trazendo uma curadoria que une o virtuosismo brasileiro ao peso de vozes internacionais, tudo com acesso gratuito ao público.

O festival ocupará espaços icônicos com o Palco Pôr do Sol e o Palco Beirario, transformando a paisagem natural em um cenário de imersão sonora. A programação completa, que já pode ser conferida no perfil do Instagram do @sindicomercio_ro, destaca-se pela diversidade de estilos e pela qualidade técnica dos artistas selecionados.

Vitrine

O line-up deste ano promove encontros memoráveis. Entre os destaques nacionais, o gaitista Gabriel Grossi e a parceria entre Jefferson Gonçalves & Bittencourt Duo prometem apresentações intensas. A música instrumental ganha força com Dudu Lima, acompanhado por um time de mestres: Carlos Malta, Márcio Bahia e Leandro Scio.

O tempero internacional fica por conta das divas Laretha Weathersby e Tia Carroll, que trazem a autenticidade do blues norte-americano para as margens do Rio São João. O festival ainda conta com o quarteto de Mark Lambert, a energia da banda Jamz, além de Back in Blues, Cris Crochemore e o grupo Banzeiro.


O Circuito Sesc Jazz & Blues é realizado pelo Sesc RJ, com apoio do Sindicomércio e da Prefeitura de Casimiro de Abreu, sob a batuta da Azul Produções.

PROGRAMAÇÃO

15 a 17 de maio de 2026

Dia 15

Palco Beirario – a partir das 20h:

    * DJ Breno

    * Dudu Lima convida Carlos Malta, Márcio Bahia e Leandro Scio

    * Tia Carroll & Igor Prado

Dia 16

* Palco Pôr do Sol – a partir das 15h:

    * Banzeiro

    * Gabriel Grossi Trio – “Re Disc Over”

* Palco Beirario – a partir das 20h:

    * Mark Lambert Quartet – “Beatles em Jazz”

    * Laretha Weathersby & Bruno Marques Band

    * Cris Crochemore

Dia 17

* Palco Pôr do Sol – a partir das 15h:

    * DJ Breno

    * Jefferson Gonçalves & Bittencourt Duo

* Palco Beirario – a partir das 20h:

    * Back in Blues

    * Jamz

Bernardo Aguiar funde som e imagem em primeiro álbum solo

 

Foto: Daniel Lobo/divulgação 

Após três décadas de estrada e colaborações com gigantes da música brasileira e internacional, o percussionista e produtor Bernardo Aguiar dá um passo definitivo em sua trajetória autoral. No próximo dia 15 (sexta-feira), o artista lança Káminhos Benaguiá, um projeto que subverte a lógica tradicional da indústria, ao apresentar uma obra integralmente audiovisual, onde música e estética visual nascem de um mesmo DNA.

Conhecido por sua atuação de 20 anos no grupo Pife Muderno e parcerias com nomes como Guinga e Hermeto Pascoal, Aguiar assume em seu primeiro disco solo o papel de "arquiteto musical". Inspirado pela sinestesia de gênios como Naná Vasconcelos e Tom Jobim, ele não apenas compõe e toca, mas também assina a direção visual, edição e mixagem do projeto.

Narrativa

Em Káminhos Benaguiá, a percussão deixa de ser o acompanhamento para se tornar o eixo central. Ela dita não só o ritmo sonoro, mas também os cortes de câmera e as texturas das imagens. O trabalho é composto por "faixas audiovisuais" — e não apenas videoclipes — que incorporam sons da natureza, captados em expedições à Amazônia, criando uma experiência imersiva que flerta com o cinema.

"A música nasce do mundo, e não só do instrumento", afirma Bernardo, que buscou criar um universo onde o som sugere cor e a imagem reorganiza a escuta.


Conexões


O álbum reflete a versatilidade de um artista que transita entre as baterias das escolas de samba cariocas e o jazz contemporâneo. A lista de colaboradores é um capítulo à parte: na cena brasileira, colaborou com Carlos Malta, Silvério Pontes, Antonio Neves e Aline Paes. Lá fora, o intercâmbio estético ganha força com a participação de Michael League e Chris Bullock, integrantes da banda vencedora do Grammy Snarky Puppy.

Disponível no YouTube a partir de meados de maio, o projeto convida o público à escuta atenta, combatendo o consumo fragmentado da era digital. Com Káminhos Benaguiá, Bernardo Aguiar reafirma seu papel como um dos produtores mais inventivos da música brasileira atual, posicionando a percussão no epicentro da criação contemporânea.

Musical celebra Dalva de Oliveira e o legado de Renato Borghi em São Paulo

 

Fotos: João Caldas/divulgação 

Se estivesse viva, Dalva de Oliveira celebraria seu aniversário nesta quarta-feira (6). Mas o presente quem recebe é o público paulistano: o musical "Minha Estrela Dalva" segue em temporada no Teatro do SESI-SP, na Avenida Paulista, com entrada franca. O espetáculo é uma ode à mulher que a história batizou de "Rouxinol Brasileiro", mas que o tempo revelou como um dos maiores símbolos de resistência feminina da nossa cultura.

Escrito e estrelado por Renato Borghi, o musical não apenas narra a trajetória da Rainha do Rádio, mas celebra a relação pessoal e mística entre o ator — que completa 89 anos — e sua diva. Através da voz de Soraya Ravenle, o palco revive a potência de uma artista que navegava entre o contralto e o soprano, com uma facilidade impressionante, tornando-se o alicerce para vozes como Elis Regina, Ângela Maria e Gal Costa.

Força

O espetáculo revisita clássicos imortais como Ave Maria e Que Será, mergulhando na crueza da mulher por trás do mito. Dalva foi uma força da natureza, em uma época em que a liberdade custava caro. "Eu não tenho dono", o mantra que atravessa a peça, resume a postura de uma artista que transformou o linchamento público e as dores do amor, em beleza pura, abrindo caminhos em uma sociedade que tentava silenciá-la.

O jogo cênico proposto por Borghi e pelo diretor Elias Andreato coloca o Renato de hoje frente a frente com sua versão jovem (vivida por Elcio Nogueira Seixas), enquanto Ravenle "convoca" Dalva, fugindo da imitação para alcançar a alma da mulher que desafiou o moralismo com a garganta em chamas.

Conexão

Com sete músicos ao vivo e a participação de Ivan Vellame, a montagem traça o percurso de Borghi: do menino de seis anos fascinado pela vitrola ao artista consagrado que se tornou confidente da estrela, pouco antes de sua partida. É um "delírio documentado", que une o glamour da era de ouro do rádio ao teatro político e visceral.

SERVIÇO


"Minha Estrela Dalva”

Temporada: Até 12 de julho.

Onde: Teatro do SESI-SP (Centro Cultural Fiesp – Av. Paulista, 1313).

Sessões: Quinta a sábado, às 20h; domingos, às 19h.

Ingressos: ENTRADA GRATUITA (reservas pelo site [sesisp.org.br/eventos](http://www.sesisp.org.br/eventos)).

Acessibilidade: Libras e audiodescrição em todas as sessões de sábado e domingo.

Duração: 90 minutos | Classificação: 14 anos.

terça-feira, 5 de maio de 2026

Ícone da New Wave, A Flock of Seagulls confirma show inédito em São Paulo

 

Fotos: divulgação

A banda britânica A Flock of Seagulls, um dos pilares do synthpop e da New Wave dos anos 1980, desembarca no Brasil para uma apresentação única, no Cine Joia, em São Paulo, no dia 7 de outubro de 2026. Liderado pelo vocalista e fundador Mike Score, o grupo traz ao país a turnê que celebra décadas de influência na cultura pop e no cenário audiovisual.

Reconhecida mundialmente pelo hit "I Ran (So Far Away)" e pela conquista do Grammy em 1983, com a instrumental "D.N.A.", a formação atual conta com Pando no baixo, Kevin Rankin na bateria e Gord Deppe na guitarra. Além de clássicos que marcaram a MTV, como "Space Age Love Song" e "Wishing (If I Had a Photograph of You)", o show deve apresentar faixas de Some Dreams, primeiro álbum de material inédito, lançado pela banda, em quase três décadas.

O evento é realizado pela Maraty e os ingressos já estão disponíveis para os setores de pista e camarote, com opções de meia-entrada estudantil e solidária.

Serviço


Data: 7 de outubro de 2026

Local: Cine Joia – Praça Carlos Gomes, 82, Liberdade, São Paulo/SP

Ingressos: Disponíveis no site fastix.com.br

Cantora francesa Pomme confirma show único no Brasil em maio

 

Foto: divulgação



O público brasileiro terá a oportunidade de conferir de perto o fenômeno da nova música francesa. Artisticamente conhecida como Pomme, Claire Pommet desembarca em São Paulo para uma apresentação exclusiva, no dia 26 de maio (terça-feira), no palco do Teatro Renault.

A trajetória da artista é marcada por um reconhecimento precoce. Logo em seu primeiro disco, À peu près (2017), Pomme conquistou a crítica especializada. A consolidação definitiva veio com o sucessor Les failles cacheés (2019), onde a cantora refinou sua identidade musical, ao fundir elementos da tradicional chanson francesa com folk, pop indie e toques de música clássica.

Com passagens recentes por estúdios e palcos ao lado de nomes como Coldplay e Stromae, a compositora traz na bagagem a turnê de seus trabalhos mais recentes: Consolation (2022) e Saisons (2024). Seus shows são conhecidos pelo clima intimista, no qual ela mesma assume o comando da guitarra, do piano e da autoharp.

Os ingressos para o evento, realizado pela TIME FOR FUN (T4F), já podem ser adquiridos pela internet ou na bilheteria oficial.

Serviço


Data: 26 de maio de 2026, terça-feira

Horário: 21h

Local: Teatro Renault – Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 411, Bela Vista

Ingressos: Disponíveis no site Tickets For Fun e na bilheteria do teatro

Graveyard retorna ao Brasil com turnê do álbum 6

 

Graveyard. Foto: divulgação/Nuclear Blast

A banda sueca Graveyard, expoente do vintage hard rock mundial, desembarca na América Latina para uma série de oito shows, em cinco países. Com realização da Xaninho Discos, a turnê promove o álbum 6, lançado em 2023, que apresenta uma sonoridade mais introspectiva e voltada para as guitarras.

No Brasil, o grupo realiza quatro apresentações entre os dias 7 e 10 de maio, passando por Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Belo Horizonte. O quarteto, formado por Joakim Nilsson, Jonatan Ramm, Truls Mörck e Oskar Bergenheim, traz um repertório que mescla as novas composições a clássicos da carreira, iniciada em 2006.

Bike. Foto: André Almeida/divulgação


A abertura de seis datas da turnê fica a cargo da banda brasileira Bike. O grupo de rock psicodélico de São José dos Campos (SP) aproveita a oportunidade para divulgar o disco Noise Meditations, lançado em setembro de 2025, em sua primeira incursão por palcos do Chile e da Argentina, ao lado dos suecos.


Serviço



07/05 Porto Alegre no Espaço Marin

08/05 Curitiba no Basement

09/05 São Paulo no Hangar 110

10/05 Belo Horizonte no Mister Rock

Ingressos disponíveis na plataforma 101tickets.

Guilherme Lamas lança 'Pilar' em homenagem às raízes e à inovação

  Fotos: Rafael Scucuglia/divulgação O violão como Alicerce. Instrumento de 7 cordas, alma de gêneros fundamentais da música brasileira, ele...