Mostrando postagens com marcador dedos em som. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dedos em som. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Música instrumental: Dedos em Som lançará "Pólen" em outubro

Lançamento do disco vai contar com divulgação da agenda de shows nas redes sociais da banda






Resultado de vivências em diferentes lugares da América do Sul, "Pólen", novo álbum do grupo de música instrumental Dedos em Som estará disponível nas principais plataformas digitais em outubro deste ano. É o que revela o saxofonista Marcelo Cucco. 


"Neste disco, misturamos vários estilos, com muitas improvisações. O repertório, desde o primeiro álbum, de 2015, faz de cada show um convite à uma viagem repleta de emoções e paisagens sonoras, despertando uma catarse poética, dançante e interessada nas atividades culturais exercidas pelos povos do planeta" - destaca o instrumentista.


Reforçando a tendência mistica da realização de cada trabalho e refletindo o comportamento e a pluralidade cultural da humanidade, além de Marcelo Cucco, a Dedos conta com os teclados e pianos de Tomás Gonzaga; a percussão de Martina Carvalho; a bateria de Gabriel Barbosa e o baixo de Alexandre Seabra. 


Contato para shows e entrevistas:


terça-feira, 14 de março de 2017

Dedos em Som toca no Teatro Serrador, Rio

Foto: Marcelo Regua


Show conta com gravação de DVD ao vivo


SAULO ANDRADE
Em meio à campanha de financiamento coletivo do segundo álbum, “Pólen” (2016), a banda carioca de música instrumental, Dedos em Som, fará um show, em 30 de março (quinta-feira), no Teatro Municipal Serrador, no Centro do Rio. No repertório, músicas do disco “Corrupção, valores e vaidades” (2015) e do novo trabalho. À ocasião, será gravado ainda um DVD ao vivo, para que o público tenha acesso gratuito ao registro do show no canal oficial do quinteto no YouTube.


“Será um prazer fazer este show, que é de extrema importância para o início da trajetória da Dedos em Som. Além de tocarmos em casa, o Teatro Serrador tem capacidade para quase 300 pessoas. Esperamos ansiosos por vê-lo lotado, para o registro do DVD. O sucesso deste show será fundamental para continuarmos seguindo convictos o nosso sonho” – destaca o saxofonista Marcelo Cucco.





As músicas autorais e improvisações da banda Dedos em Som - Marcelo Cucco, saxofones; Tomas Gonzaga, piano/teclado; Martina Carvalho, percussão; Hugo Noguchi, baixo; e Gabriel Barbosa, bateria – trazem uma profunda inspiração no fazer musical universal, com influências das tradições de diversos povos; além de jazz, rock progressivo e música de concerto. Os músicos transmitem suas próprias experiências estéticas em uma linguagem espontânea. O resultado é um som próprio e envolvente que convida o ouvinte a experiências catárticas, dançantes e introspectivas.


Serviço:                               
Dedos em Som no Teatro Municipal Serrador
Dia: 30 de março, quinta-feira.
Hora: 19h30.
Local: Teatro Municipal Serrador - Rua Senador Dantas, 13, Centro do Rio de Janeiro.
Valor: R$ 40 (inteira); R$20 (meia) e R$15 (lista amiga).
Classificação indicativa: Livre.
Benfeitoria (Album pólen):
Facebook:

https://www.youtube.com/watch?v=6aqBBzh9Trw - Música Cinza Tigre no Teatro Laércio Rangel Ventura.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Carnaval: instrumentistas fazem a festa em Paraty (RJ)

Foto: Divulgação / Pouso da Cajaíba.Org




Pandeirista e representante dos Artistas Metroviários do Rio de Janeiro, Felipe Lemos se junta ao também artista metroviário e saxofonista da banda Dedos em Som, Marcelo Cucco, e ao guitarrista e produtor fonográfico, Gabriel Salazar, num som acústico, ao vivo, no quiosque do Cacaio (filho do Seu Altamiro, o patriarca da Praia Grande da Cajaíba).


Juntos, eles vão interpretar, de domingo (26) a terça-feira (28) de Carnaval, a partir das 18h, músicas populares brasileiras com traços jazzísticos.



Acesso apenas de barco.

Saxofonista Marcelo Cucco, da banda Dedos em Som, participa de debate no Canal Futura


domingo, 20 de novembro de 2016

Dedos em Som toca pela primeira vez em Friburgo (RJ)

Foto: Divulgação.


No dia 2 de dezembro (sexta-feira), a banda Dedos em Som se apresentará pela primeira vez em Nova Friburgo (RJ), no Teatro Municipal Laércio Rangel Ventura, no Centro da cidade. Antes, na próxima quinta-feira (25), o grupo participará de um pocket show no Bar América, na rua Monte Líbano 37. 

"Lá, serão vendidos ingressos promocionais paro o show de dezembro, além do primeiro cd da banda, com um desconto exclusivo" - explica o saxofonista Marcelo Cucco, ressaltando ainda que, à ocasião, o grupo se apresentará em formato de trio.

"Na semana seguinte, faremos o show com o quinteto. Raramente tocamos assim; mas esta é a formação oficial da banda. Este concerto será especial!" - celebra. 

Dedos em Som

Dedos em Som tem a musica instrumental que leva o ouvinte a experimentar sensações que vagam desde os festejos folclóricos dos povos do mundo às desconstruções contemporâneas jazzísticas. Com um vasto repertório de música autoral, inspiradas nas experiências interculturais e sensoriais, a banda ainda valoriza a improvisação livre para a consagração de cada encontro. Surgido em 2015, o grupo carioca sugere muitas ideias, viagens, inspiração e vitalidade ao mundo, com os sons que carregam dos lugares onde estão.


Dedos em som em Nova Friburgo - Serviço:

Local: Teatro Municipal Laércio Rangel Ventura: Praça do Suspiro s/ nº, Centro, Nova Friburgo.

Hora: 20h.

Página do evento no Facebook:

Mais informações: Marcelo Cucco - (21) 96887-5069. 

domingo, 9 de outubro de 2016

Dedos em Som transforma diversidade em obra de arte


Cosmopolita. Assim pode-se definir a sonoridade da banda carioca Dedos em Som. Aglutinadores, o quinteto formado por Marcelo Cucco (saxofones), Tomas Gonzaga (piano/teclado), Martina Carvalho (percussão), Hugo Noguchi (baixo) e Gabriel Barbosa (bateria) lançou seu primeiro álbum - Dedos em som: corrupção, valores e vaidades - em 2015, com músicas como Bahia Veneno, Escola do Capão e De Repente. Mesclando cúmbia, samba, jazz, outros ritmos locais e universais, improvisando, de maneira particularíssima, uma sonoridade que pode ser facilmente apreciada por um público sedento por novidades, aqui e lá fora. Um dos instrumentistas da banda, Marcelo Cucco concedeu esta entrevista à Cena da Música Independente - CMIND. Confira!  


CMIND: Cucco, você é estudante de música da UniRio. Como vê a cena da música instrumental brasileira? Há espaço para todo mundo?
Marcelo Cucco: Estudo licenciatura para me formar como professor de música. Como estudante de professorado em música e músico ativo no cenário do Rio de Janeiro e outros estados, vejo um interesse grande da nova geração em explorar sonoridades instrumentais e, pela pouca oportunidade de apresentação com boa remuneração nas casas de show, vejo que muitos amigos têm procurado tocar bastante na rua. Acredito que as apresentações na rua, somadas ao fácil acesso às músicas de várias gerações na internet, têm sido fundamentais para desencadear este tipo de interesse por novas sonoridades. A música instrumental, que é a base de todas as canções, ganha força e liberdade neste contexto contemporâneo.

CMIND: Como e quando surgiu a ideia de formar a Dedos em Som?
Marcelo Cucco: Dedos em Som surgiu quando decidi trancar alguns períodos na faculdade para conhecer na prática os valores culturais do Brasil em suas cinco regiões. O Gabriel Carneiro, baterista e um dos compositores do primeiro álbum, foi junto, com o mesmo propósito. Nos deparamos com uma diversidade incrível - natural cultural... E isso foi um baita de um convite para chegar tocando e me envolvendo com o povo e a musicalidade de cada lugar. Muito inspirado e encantado com a percepção aberta a respeito do mundo como um todo, saíram várias composições e a musicalidade transbordou. Quando voltamos para o Rio de Janeiro, a ideia era apenas gravar um álbum, chamado "Dedos em Som: Corrupção, valores e vaidades"; mas, como aquela musicalidade estava tão contagiante, nós, músicos, pegamos a estrada e apresentamos, juntos, o som em várias cidades do Rio, Minas e Goiás. Assim, resolvemos virar uma banda mantendo a essência das vivências práticas e inspiração na multiculturalidade do mundo.

CMIND: Onde foram as primeiras turnês e como foi a receptividade do público?
Marcelo Cucco: A primeira turnê deu início assim que acabamos de gravar o primeiro álbum. Tocamos em Belo Horizonte, Diamantina, Milho Verde, Ouro Preto, Brasília e mais um monte de cidades que víamos na estrada, simplesmente pela curiosidade de conhecer os moradores e a reação do público com o nosso som. A reação que as pessoas têm, por incrível que pareça, é a mesma que temos quando estamos tocando. Elas dançam, se deixam levar, se surpreendem a cada instante. Ficam viajando em seus interiores, sentem a textura e a emoção de cada composição. Eu, pessoalmente, ao tocar com os Dedos em Som, me sinto contemplando a vida com seus mistérios e me permito ser levado, intuitivamente, como se estivéssemos sendo auxiliados por forças divinas emitindo cura para a alma e em conexão com a natureza.

CMIND: Atualmente, com a multiplicidade de pessoas produzindo conteúdo cultural, em tempo real - e por todos os lados -, as plataformas digitais vêm de fato colaborando na divulgação do trabalho de vocês? Como vencer a barreira da invisibilidade?  

Marcelo Cucco: Essa é a grande novidade da nossa geração. Nas nossas redes sociais, compartilhamos desde as vivências multiculturais na estrada, lançamento de novos trabalhos e shows. O mercado nunca esteve tão condicionado à economia e ao empreendedorismo quanto hoje, e isso por um lado torna a relação profissional mais fluida e natural. Por exemplo, amigos meus do Equador, Argentina e pessoas de outros continentes que assistiram um show nosso podem continuar nos acompanhando apenas pelo Facebook. Posso dizer que as plataformas digitais, a princípio, vêm ajudando o projeto a manter a sua essência espontânea, livre e em contato com pessoas de diversas localidades. Essas características têm uma importância fundamental no desenvolvimento estético na música dos Dedos em Som.

CMIND: No Brasil, ao tocar nas ruas de nossas cidades, vocês se deparam com muita repressão por parte do poder público?
Marcelo Cucco: Olha, na maioria das cidades não. Pelo contrário: as pessoas e as autoridades policiais se encantam. No Brasil, por exemplo, vale lembrar que existem poucas cidades grandes. Acho que esses conflitos se dão mais por conta de violência urbana. Pessoas que se estressam facilmente com qualquer coisa, que já desistiram de sobreviver em harmonia com as diferenças. É claro que precisamos respeitar locais onde seja exigido silêncio ou um fluxo livre. A intenção de tocar na rua nunca é de causar desordem e conflitos, mas proporcionar interatividade a aglomerar públicos voluntários para um entretenimento cultural. Na maioria das cidades pelas quais passei no Brasil e em outros países a receptividade foi ótima. As mídias e jornalistas locais, que geralmente recebem notificação da população para que não deixem de registrar novas expressões artísticas de graça, na rua, são acessíveis a todos. Além de ser um prazer, as pessoas se interessam mais em comprar CD ouvindo a banda tocando na rua do que na Internet. É muito carinho e afeto - levar alegria para a rua é uma satisfação incomparável!

CMIND: O que tem a dizer para as novas gerações de músicos brasileiros que pretendem se profissionalizar como artistas, num ambiente tão difícil, de muita luta por espaço e sobrevivência?
Marcelo Cucco: Ninguém nunca me disse "seja músico". Eu segui os primeiros anos da vida e algo mais forte do que minha consciência foi me levando para esse caminho da arte. As artes me fizeram ver que as pessoas são diferentes e que a diferença entre elas pode virar uma grande obra de arte. Quase depois de 10 anos como músico profissional resolvi fazer faculdade de música. Lá, aprendo muito e ganho bases para me inserir em diversas áreas do mercado. Ou seja, independendo das escolhas, sempre temos muito o que aprender e assim nos fortalecer no caminho.

O trabalho de Dedos em Som pode ser encontrado em http://www.dedosemsom.com/ e também no Facebook, Twitter, YouTube e no SoundCloud.


Texto: Saulo Andrade, jornalista.

Social Distortion volta ao Brasil após 16 anos

Lenda do punk californiano se apresenta em São Paulo e Curitiba em novembro com a turnê do aclamado álbum Born to Kill Foto: divulgação O je...