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| Fotos: redes sociais @flea333 |
Conhecido mundialmente pela energia explosiva e pelas linhas de baixo que definiram o Red Hot Chili Peppers, Flea acaba de revelar uma faceta muito mais íntima e sofisticada de sua musicalidade. Lançado em março, o álbum "Honora" marca a estreia solo do músico, mas esqueça o funk-rock dos estádios: aqui, o protagonista é o jazz.
O projeto é fruto de uma imersão profunda. De acordo com informações da Billboard Brasil, Flea dedicou dois anos ao aperfeiçoamento do trompete — sua primeira paixão musical da juventude —, para dar vida às composições. Gravado majoritariamente em fevereiro do ano passado, o disco é um mergulho em texturas atmosféricas e improvisação.
Para tirar o projeto do papel, o artista se cercou de um "time de elite", incluindo o produtor Josh Johnson e o guitarrista Jeff Parker. O prestígio de Flea também atraiu colaborações de peso, que elevam o álbum a outro patamar: Thom Yorke empresta sua voz a “Traffic Lights”, enquanto o lendário Nick Cave interpreta “Wichita Lineman”. O repertório ainda surpreende com releituras de Frank Ocean e uma versão de “Maggot Brain”, clássico do Funkadelic.
A nova fase não ficará restrita ao estúdio. Flea já prepara uma turnê intimista pela América do Norte e Europa, com a nova banda. O impacto do anúncio foi imediato, com a maioria dos ingressos já esgotada, provando que o público está ansioso para ver o mestre do baixo em sua versão mais purista e jazzística.



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