terça-feira, 28 de abril de 2020

Programa Rádio Astronauta estréia na Rádio Graviola

Atração de pesquisa musical estréia dia 4 de maio, segunda-feira, às 22h

Focado em pesquisas nacionais e internacionais da música, a proposta do programa é tocar sons diferentes e raros, misturados com sucessos icônicos de artistas homenageados ou temas variados. Para a estréia, a escolha foi a inimitável Rita Lee, a maior roqueira do Brasil. Diretor e apresentador do programa, o jornalista Leonardo Rivera já conhece Rita, Roberto e Beto Lee, há mais de duas décadas e, com eles, trabalhou nos discos “Santa Rita de Sampa” (1997) e “Acústico MTV” (1998), ambos da PolyGram.


Imagem: Divulgação


Rivera vai pilotar uma hora de programa por semana, fazendo comentários sobre as obras, os compositores, produtores, as gravações e os artistas. Com 25 anos de experiência na indústria fonográfica, no show biz e no jornalismo musical (com passagens pelas revistas Bizz, Backstage, Billboard Brasil), o jornalista conviveu com vários destes artistas e, há 20 anos, criou e ainda dirige o selo fonográfico especializado em novos talentos, Astronauta Discos, com distribuição da Universal Music e edição musical da Warner Chappell:


“Pensei em fazer um programa bem solto, tipo na sala de casa, conversando sobre músicas com os amigos. Para ficar de fácil entendimento para o ouvinte, e sem me prender muito a oferecer fichas técnicas completas -- já que hoje basta um clique para que você pesquise também pelo que te interessou. O que queremos com a atração é provocar que algumas pessoas mais jovens se informem sobre o contexto, a época, e também os mais velhos possam relembrar gravações ou mesmo conhecer raridades e outtakes, bônus tracks e gravações por vezes até inéditas. O importante é encher o dial virtual de boa música, informação e surpresas”.


O convite partiu de Val Becker, idealizadora e diretora da rádio, após a realização da festa Palco Astronauta, no início de março último, na Gávea, Rio. O evento do selo contou com o apoio da Rádio Graviola e, assim, deu-se o convite, aceito por Rivera. Os primeiros programas já gravados são especiais de Cássia Eller, Chico Science e Nação Zumbi, Júpiter Maçã e Tim Maia.

terça-feira, 1 de outubro de 2019

DeltAzul: músicos niteroienses querem honrar legado do blues nacional

A banda de rock/blues DeltAzul foi recentemente formada, neste 2019, por músicos “veteranos” da cena musical de Niterói (RJ). Na voz e violão, Marcio Gomory vem tocando pop/rock, em bares da cidade, há cerca de 10 anos. Baterista desde o início dos anos 90, Saulo Andrade passou por bandas como Nauzia, Locomotiva, O Divã Intergaláctico e pela experiência internacional de ter tocado MPB na Austrália, com a banda Yemanjá. Já o guitarrista Lucas Manhães é um dos integrantes da banda blueseira Coyote Valvulado, que vem se apresentando constantemente no Rio e em toda região metropolitana.

Foto: Pedro Conforte


Além de composições próprias, as principais influências da DeltAzul passam por clássicos do blues, como Muddy Waters, BB King, Eric Clapton e Celso Blues Boy.
Destacando um de seus shows, realizado no Vitral Bistrô, em Icaraí, em 13 de setembro, o grupo foi pauta de reportagem do jornal A Tribuna(‘Banda Deltazul traz o melhor do blues para Niterói’): http://bit.do/faUS2.
Em 12 de outubro, o trio se apresenta na Galetona, em Quintino, Rio de Janeiro.
Mais informações podem ser encontradas no Facebook da banda: http://bit.do/faUTF.

Blues: Coyote Valvulado prepara material para novo trabalho

Bateria, baixo, guitarras, gaita, voz e idéias. Estes são os elementos da banda Coyote Valvulado. Concebendo sons fortes e ímpares, Oswaldo Coyote, Carlito Gepe, Lucas Manhães e Bruno Coelho unem o groove do Blues e a distorção do Rock’n Roll. Dentre suas canções autorais, destacam-se Velório no bar, Dentro da cabeça do homem, Remédio, Anjo de vidro, jagunço de tocaia, Quase vulgar e Mulher por inteiro. 

Foto: Divulgação

Os caras lançaram dois discos: o primeiro, pelo selo Astronauta Discos, e o segundo, intitulado Velório no Bar, pela Editora Multifoco, gravado no Centro da Música Carioca Artur da Távola, na Tijuca, em 2014.



Atualmente, a banda está preparando material inédito para o terceiro álbum, incluindo Pássaro Louco e Filme de Terror.
Confira mais do trabalho da Coyote Valvulado nos links: 





quarta-feira, 25 de setembro de 2019

‘André Barroso & Banda’ lança Diante do Amanhã

Com produção de Gilber T, novo single é lançado pela Astronauta, com distribuição da Universal Music


André Barroso & Banda chega, nesta sexta (27), às plataformas digitais e ao Youtube com o single e o videoclipe da música Diante do Amanhã.



Foto: Divulgação


Produzida por Gilber T, mixada e gravada no estúdio Tomba Records por Bruno Marcus, a canção - pop, envolvente, dançante e marcante - fala sobre os desafios que enfrentamos diariamente para resolver o depois. 

De resoluções pessoais a mudanças internas, passando por problemas no trabalho, desconfortos com parentes, amigos ou relacionamentos, "esse enfrentamento deve ser vivido com coragem, mudança interior e perdão" - destaca André, que além de cantor é compositor e artista plástico.

Fotografado e dirigido por Deirdre Camacho, o clipe traz a atriz Cássia Pinheiro como protagonista e o músico, interpretando a canção. Gravado em junho de 2019, ele utiliza a obra plástica do próprio André, Arqueologia dos Afetos por Niterói, como pano de fundo. O grafitti está na entrada do túnel Charitas-Cafubá, em Niterói (RJ).




quinta-feira, 15 de agosto de 2019

'O Inferno é Aqui': confira o novo projeto autoral de Xarles Xavier

O compositor e músico Xarles Xavier (ex-Incrível Mart) está com um projeto novo - agora solo. Gravada no início de 2019, a música 'O Inferno é Aqui' é, de acordo com o artista, a possibilidade de fazer um som que junte o vigor e a energia do rock com a sonoridade intimista do folk. 





"Isso tudo misturado com referências que vão do rock inglês aos sons alternativos dos anos 80 e 90, passando pela música brasileira; construindo assim canções viscerais e apaixonadas" - destaca Xarles.


Foto: Facebook


O músico ressalta ainda que 'O Inferno é Aqui' sintetiza o seu atual momento:

"Com a música, espero rodar o maior número de casas de shows possível". .



Fernando Oliveira, Xarles Xavier e Jimmy London


Para conhecer um pouco mais do trabalho de Xarles, acesse a página oficial do artista no Facebook:

https://www.facebook.com/Xharles.oficial/ 

quarta-feira, 8 de maio de 2019

O Branco e o Indio lançam clipe de ‘Nonato’

‘Nonato’ é o primeiro clipe do álbum "Plantas Renováveis", da banda de "art-rock-pop-experimental-psicodélico", O Branco e o Indio. O trabalho, que já está sendo tocado em rádios dos EUA, Inglaterra, Espanha, México, Argentina, Peru, África do Sul, Marrocos e Brasil, foi lançado no final de 2018 sem nenhum clipe porque "a banda não queria que os ouvintes fossem influenciados por imagens ao escutar o som". 


Foto: divulgação


O baterista Preto Serra explica que a letra de ‘Nonato’ - "Eu não sei o que dizer, eu não sei o que fazer” - tem uma repetição espiral hipnótica com várias possibilidades de interpretação - artísticas, existenciais e políticas:

"A música é inspirada numa improvável mistura da banda alemã de krautrock Neu! (pronuncia-se "Nói") com o gênio da música brasileira João Donato: daí o Nonato".




O clipe-instalação-performance de ‘Nonato’ foi feito pela banda e é diretamente ligado à capa do disco Plantas Renováveis. Ambos são instalações feitas pelo artista visual, vocalista e guitarrista Flavio Abbes, que trabalha com fitas adesivas. No álbum, o objeto de envelopamento é o Pratotarra, instrumento criado pela banda durante a gravação. Já no clipe, filmado e editado pelo baterista Pedro Serra, o alvo do trabalho é o ator e baixista Roberto Souza. Dócil e inerte, ele é pacificamente envelopado e preso ao chão para só no final, após ser amordaçado e vendado, se rebelar e lutar pela sua liberdade. 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Franciscos lança primeiro single: "Despedidas"

Perto de completar dois anos de estrada, grupo apresenta seu primeiro trabalho autoral


Foto: Eduardo Prado

A Franciscos é uma banda da cidade de Itapeva (SP), que despontou recentemente com o lançamento do seu primeiro single: "Despedida".

Formada por Vinicius Oliveira (Vocais), Rodolfo Braga (Guitarra), Thalles Macedo (Contrabaixo) e Guilherme Gonçalves (Bateria), o grupo tem como influência variados artistas e bandas da música brasileira, como Los Hermanos, Paralamas do Sucesso, Skank, O Rappa, Seu Jorge, Erasmo Carlos, entre outros. 

Como e quando surgiu a banda? 
A banda surgiu como acontece com a maioria das outras bandas. Aquela coisa de amigos que se juntaram pra fazer um som e curtir. Quando vimos, a coisa já estava ficando "séria demais".

Qual a ideia por detrás do nome da banda?
O nome é uma homenagem a um amigo que temos em comum que foi o responsável por nos apresentar. Resolvemos dar o nome dele à banda. Daí o "Franciscos". 

Vocês se enquadram em algum gênero musical especifico? 
Dar rótulos a qualquer coisa não é uma tarefa fácil, quando se trata de você mesmo, parece que a coisa fica ainda mais difícil. Estamos num período onde estamos experimentando muitas coisas, fazendo testes, nos conhecendo. Estamos nos permitindo flertar com vários estilos, buscando encontrar nossa própria identidade.

Sobre o que fala a música "Despedida"? 
A música foi composta pelo Rodolfo Braga (guitarrista), e ela fala de algo até certo ponto comum nos dias atuais, que são os relacionamentos, sejam eles amorosos ou de amizade, que se fortalecem muito no mundo virtual e não ganham a mesma força na vida real por qualquer motivo que seja, desde a incompatibilidade de momentos ou falta de reciprocidade. As coisas vão acontecendo devagar, se arrastando, até que acabam antes mesmo de terem existido.

Quais os planos daqui para o futuro?
A ideia é continuar compondo e gravando. Pensamos em lançar alguns singles com os quais já estamos trabalhando e, então, posteriormente, juntá-los em um EP ainda neste ano. 




quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

“Sax Experience”: primeiro álbum solo do instrumentista Marcelo Cucco

O saxofonista niteroiense Marcelo Cucco começou recentemente sua carreira solo e escolheu o colombiano Andrés Patiño Casasfranco para produzir o seu primeiro álbum:  “Sax Experience”. Andrés é produtor fonográfico, multi instrumentista e já gravou três discos, com a participação do saxofonista brasileiro como intérprete, compositor e arranjador.

Crédito: Regua Photo Agency


Com este novo álbum, Cucco deseja convidar as pessoas a experimentar o som do saxofone numa atmosfera eletrônica,  dançante, psicodélica e jazzística. O nome das músicas do álbum fazem referência a lugares da América do Sul, por onde ele passou com seu sax, nos últimos cinco anos, em meio a concertos com grupos locais e amigos. Para o artista, todo caminho traçado anteriormente está presente na linguagem musical do álbum, a ser lançado nas principais plataformas digitais a partir de fevereiro de 2019.




Quer saber mais?

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

O Branco e o Índio lança single


Surgida em 2016, quando os guitarristas e vocalistas Flavio Abbes e Bruno Rezende começaram a se reunir para improvisar no estúdio, a banda carioca O Branco e o Índio coletou um material musical experimental, lançando seu primeiro disco homônimo. Em 2017, resolveram chamar o baixista Roberto Souza e o baterista Pedro Serra para retornar ao pop: às melodias e à métrica, à boa e velha canção. Mas os ruídos, a dissonância, os arranjos tão perturbadores quanto fascinantes permanecem no seu art-rock-pop-experimental. 


Foto: Divulgação


Em novembro de 2018 vão lançar o álbum Plantas Renováveis, produzido e mixado pela própria banda. No disco, com 12 músicas originais, há uma mistura de sons e ritmos que passa por Talking Heads, Mutantes, Sonic Youth, Clube da Esquina, Ween, Júpiter Maçã, James Chance, Neu! e Devo (entre outras influências), que, misturadas às extensas experiências musicais dos seus quatro integrantes, geram o som sensorial e imagético com letras neo-concretas, existenciais e surreais d'O Branco e o Índio.


quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Post-punk: The Lautreamonts lança EP de estreia

“The Adequacy Waltz” é a faixa que abre “Who Are You Wearing?”, EP de estreia do duo post-punk carioca The Lautreamonts​

Você é daqueles que já passou pelo post-punk, tropeçou no grunge dos anos 90 e, com o boom do mp3, procurou tudo o que havia de mais obscuro na Internet? Depois destes anos todos, fica cada vez mais difícil encontrar um som que realmente chame atenção, não é mesmo? Sabe quando bate aquela fome no domingo à noite e você abre a geladeira mil vezes, olha em volta, mas não encontra nada por que nunca soube exatamente o que estava procurando? Esta sensação com relação à música foi a inspiração necessária para que Martha F. (ex-vocalista do Set-Setters e ex-guitarrista do Nauzia) e Hudson​ Barros (ex-baterista de Set-Setters, TRONN e INP$) montassem o projeto The Lautreamonts​.

Os primeiros compassos de "The Adequacy Waltz", música que abre o primeiro EP do duo - "Who Are You Waring?" - já anunciam a fuga do convencional. "A produção foi feita em nosso próprio estúdio, o que permitiu explorarmos a quase infinita gama de possibilidades que a tecnologia pode oferecer. Sem as limitações de uma banda tradicional, não poupamos tempo nem esforço durante a experimentação e pesquisa por novos sons. Nossa “Valsa da Adequação” fala da busca desesperada pela aceitação social. É uma visão irônica sobre como tentamos nos encaixar num modelo de vida idealizado, seguindo os passos sincronizados de uma dança muito esquisita" - explica Martha.

Numa clara influência de música árabe, é da cítara que vem o riff principal. Ela é acompanhada pela percussão, um elemento que também será fundamental em todas músicas do disco.

Imagem: Divulgação

O som da banda é feito pra gente que percebe detalhes e sutilezas, mas também gosta de distorção e peso. 


Confira o Lyric Video de The Adequacy Waltz, primeiro single do duo:



Assim como no livro surrealista “Os Cantos de Maldoror” do Conde de Lautreamont (sim, é de onde vem o nome), os Lautreamonts soam tão belos quanto “o encontro de um guarda-chuva com uma máquina de costura numa mesa de dissecação”.


Imagem: Divulgação
Fato é que, depois de tocarem em diferentes projetos  nos anos 90 e meados dos 2000, alguma coisa ainda estava faltando para Martha e Hudson. Quem é fã de Siouxsie and the Banshees, Elysian Fields, Dead Can Dance, experimentação e sarcasmo, já pode ficar ligado que The Lautreamonts é um prato cheio: Sirva-se à vontade!



sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Rio: The Knutz, Gangue Morcego e 1983 tocam hoje no Saloon 79

Na noite desta sexta-feira (3), três bandas da cena post-punk e goth rock brasileira tocam no Saloon 79, em Botafogo, Rio. 

Um dos principais nomes da cena darkwave brasileira, a The Knutz é conhecida por seus shows enérgicos e performances marcantes. Eles acabam de lançar o terceiro disco, "The Tower", e farão sua primeira apresentação no Rio de Janeiro, após tour na Alemanha. 

Em show de despedida, a Gangue Morcego ataca com a fusão entre Post-Punk, Deathrock e Noise Rock, destilando todo o terrorismo sonoro híbrido que marca o álbum "Olhem Para As Ruas". 

A banda 1983 é um duo paulista formado por Dennis Sinned e Nill Salles. Com um tom confessional e intimista, o duo apresenta, pela primeira vez no Rio, impressionantes composições de Sinned, que, neste projeto, envereda-se pelo post-punk e o experimentalismo, dando maior visibilidade aos synths e beats eletrônicos.  



Gangue Morcego. Imagem: Divulgação


Na Pista, o melhor do Gothic Rock, Dark Wave, Post Punk, New Wave e Synthpop. No segundo andar, sinuca e karaokê. 

Entrada : 
Até as 22h, R$ 15; após as 22h, R$ 20. 

Saloon 79 fica na Rua Pinheiro Guimarães, 79, em Botafogo, Rio. 

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