quinta-feira, 15 de agosto de 2019

'O Inferno é Aqui': confira o novo projeto autoral de Xarles Xavier

O compositor e músico Xarles Xavier (ex-Incrível Mart) está com um projeto novo - agora solo. Gravada no início de 2019, a música 'O Inferno é Aqui' é, de acordo com o artista, a possibilidade de fazer um som que junte o vigor e a energia do rock com a sonoridade intimista do folk. 





"Isso tudo misturado com referências que vão do rock inglês aos sons alternativos dos anos 80 e 90, passando pela música brasileira; construindo assim canções viscerais e apaixonadas" - destaca Xarles.


Foto: Facebook


O músico ressalta ainda que 'O Inferno é Aqui' sintetiza o seu atual momento:

"Com a música, espero rodar o maior número de casas de shows possível". .



Fernando Oliveira, Xarles Xavier e Jimmy London


Para conhecer um pouco mais do trabalho de Xarles, acesse a página oficial do artista no Facebook:

https://www.facebook.com/Xharles.oficial/ 

quarta-feira, 8 de maio de 2019

O Branco e o Indio lançam clipe de ‘Nonato’

‘Nonato’ é o primeiro clipe do álbum "Plantas Renováveis", da banda de "art-rock-pop-experimental-psicodélico", O Branco e o Indio. O trabalho, que já está sendo tocado em rádios dos EUA, Inglaterra, Espanha, México, Argentina, Peru, África do Sul, Marrocos e Brasil, foi lançado no final de 2018 sem nenhum clipe porque "a banda não queria que os ouvintes fossem influenciados por imagens ao escutar o som". 


Foto: divulgação


O baterista Preto Serra explica que a letra de ‘Nonato’ - "Eu não sei o que dizer, eu não sei o que fazer” - tem uma repetição espiral hipnótica com várias possibilidades de interpretação - artísticas, existenciais e políticas:

"A música é inspirada numa improvável mistura da banda alemã de krautrock Neu! (pronuncia-se "Nói") com o gênio da música brasileira João Donato: daí o Nonato".




O clipe-instalação-performance de ‘Nonato’ foi feito pela banda e é diretamente ligado à capa do disco Plantas Renováveis. Ambos são instalações feitas pelo artista visual, vocalista e guitarrista Flavio Abbes, que trabalha com fitas adesivas. No álbum, o objeto de envelopamento é o Pratotarra, instrumento criado pela banda durante a gravação. Já no clipe, filmado e editado pelo baterista Pedro Serra, o alvo do trabalho é o ator e baixista Roberto Souza. Dócil e inerte, ele é pacificamente envelopado e preso ao chão para só no final, após ser amordaçado e vendado, se rebelar e lutar pela sua liberdade. 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Franciscos lança primeiro single: "Despedidas"

Perto de completar dois anos de estrada, grupo apresenta seu primeiro trabalho autoral


Foto: Eduardo Prado

A Franciscos é uma banda da cidade de Itapeva (SP), que despontou recentemente com o lançamento do seu primeiro single: "Despedida".

Formada por Vinicius Oliveira (Vocais), Rodolfo Braga (Guitarra), Thalles Macedo (Contrabaixo) e Guilherme Gonçalves (Bateria), o grupo tem como influência variados artistas e bandas da música brasileira, como Los Hermanos, Paralamas do Sucesso, Skank, O Rappa, Seu Jorge, Erasmo Carlos, entre outros. 

Como e quando surgiu a banda? 
A banda surgiu como acontece com a maioria das outras bandas. Aquela coisa de amigos que se juntaram pra fazer um som e curtir. Quando vimos, a coisa já estava ficando "séria demais".

Qual a ideia por detrás do nome da banda?
O nome é uma homenagem a um amigo que temos em comum que foi o responsável por nos apresentar. Resolvemos dar o nome dele à banda. Daí o "Franciscos". 

Vocês se enquadram em algum gênero musical especifico? 
Dar rótulos a qualquer coisa não é uma tarefa fácil, quando se trata de você mesmo, parece que a coisa fica ainda mais difícil. Estamos num período onde estamos experimentando muitas coisas, fazendo testes, nos conhecendo. Estamos nos permitindo flertar com vários estilos, buscando encontrar nossa própria identidade.

Sobre o que fala a música "Despedida"? 
A música foi composta pelo Rodolfo Braga (guitarrista), e ela fala de algo até certo ponto comum nos dias atuais, que são os relacionamentos, sejam eles amorosos ou de amizade, que se fortalecem muito no mundo virtual e não ganham a mesma força na vida real por qualquer motivo que seja, desde a incompatibilidade de momentos ou falta de reciprocidade. As coisas vão acontecendo devagar, se arrastando, até que acabam antes mesmo de terem existido.

Quais os planos daqui para o futuro?
A ideia é continuar compondo e gravando. Pensamos em lançar alguns singles com os quais já estamos trabalhando e, então, posteriormente, juntá-los em um EP ainda neste ano. 




quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

“Sax Experience”: primeiro álbum solo do instrumentista Marcelo Cucco

O saxofonista niteroiense Marcelo Cucco começou recentemente sua carreira solo e escolheu o colombiano Andrés Patiño Casasfranco para produzir o seu primeiro álbum:  “Sax Experience”. Andrés é produtor fonográfico, multi instrumentista e já gravou três discos, com a participação do saxofonista brasileiro como intérprete, compositor e arranjador.

Crédito: Regua Photo Agency


Com este novo álbum, Cucco deseja convidar as pessoas a experimentar o som do saxofone numa atmosfera eletrônica,  dançante, psicodélica e jazzística. O nome das músicas do álbum fazem referência a lugares da América do Sul, por onde ele passou com seu sax, nos últimos cinco anos, em meio a concertos com grupos locais e amigos. Para o artista, todo caminho traçado anteriormente está presente na linguagem musical do álbum, a ser lançado nas principais plataformas digitais a partir de fevereiro de 2019.




Quer saber mais?

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

O Branco e o Índio lança single


Surgida em 2016, quando os guitarristas e vocalistas Flavio Abbes e Bruno Rezende começaram a se reunir para improvisar no estúdio, a banda carioca O Branco e o Índio coletou um material musical experimental, lançando seu primeiro disco homônimo. Em 2017, resolveram chamar o baixista Roberto Souza e o baterista Pedro Serra para retornar ao pop: às melodias e à métrica, à boa e velha canção. Mas os ruídos, a dissonância, os arranjos tão perturbadores quanto fascinantes permanecem no seu art-rock-pop-experimental. 


Foto: Divulgação


Em novembro de 2018 vão lançar o álbum Plantas Renováveis, produzido e mixado pela própria banda. No disco, com 12 músicas originais, há uma mistura de sons e ritmos que passa por Talking Heads, Mutantes, Sonic Youth, Clube da Esquina, Ween, Júpiter Maçã, James Chance, Neu! e Devo (entre outras influências), que, misturadas às extensas experiências musicais dos seus quatro integrantes, geram o som sensorial e imagético com letras neo-concretas, existenciais e surreais d'O Branco e o Índio.


quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Post-punk: The Lautreamonts lança EP de estreia

“The Adequacy Waltz” é a faixa que abre “Who Are You Wearing?”, EP de estreia do duo post-punk carioca The Lautreamonts​

Você é daqueles que já passou pelo post-punk, tropeçou no grunge dos anos 90 e, com o boom do mp3, procurou tudo o que havia de mais obscuro na Internet? Depois destes anos todos, fica cada vez mais difícil encontrar um som que realmente chame atenção, não é mesmo? Sabe quando bate aquela fome no domingo à noite e você abre a geladeira mil vezes, olha em volta, mas não encontra nada por que nunca soube exatamente o que estava procurando? Esta sensação com relação à música foi a inspiração necessária para que Martha F. (ex-vocalista do Set-Setters e ex-guitarrista do Nauzia) e Hudson​ Barros (ex-baterista de Set-Setters, TRONN e INP$) montassem o projeto The Lautreamonts​.

Os primeiros compassos de "The Adequacy Waltz", música que abre o primeiro EP do duo - "Who Are You Waring?" - já anunciam a fuga do convencional. "A produção foi feita em nosso próprio estúdio, o que permitiu explorarmos a quase infinita gama de possibilidades que a tecnologia pode oferecer. Sem as limitações de uma banda tradicional, não poupamos tempo nem esforço durante a experimentação e pesquisa por novos sons. Nossa “Valsa da Adequação” fala da busca desesperada pela aceitação social. É uma visão irônica sobre como tentamos nos encaixar num modelo de vida idealizado, seguindo os passos sincronizados de uma dança muito esquisita" - explica Martha.

Numa clara influência de música árabe, é da cítara que vem o riff principal. Ela é acompanhada pela percussão, um elemento que também será fundamental em todas músicas do disco.

Imagem: Divulgação

O som da banda é feito pra gente que percebe detalhes e sutilezas, mas também gosta de distorção e peso. 


Confira o Lyric Video de The Adequacy Waltz, primeiro single do duo:



Assim como no livro surrealista “Os Cantos de Maldoror” do Conde de Lautreamont (sim, é de onde vem o nome), os Lautreamonts soam tão belos quanto “o encontro de um guarda-chuva com uma máquina de costura numa mesa de dissecação”.


Imagem: Divulgação
Fato é que, depois de tocarem em diferentes projetos  nos anos 90 e meados dos 2000, alguma coisa ainda estava faltando para Martha e Hudson. Quem é fã de Siouxsie and the Banshees, Elysian Fields, Dead Can Dance, experimentação e sarcasmo, já pode ficar ligado que The Lautreamonts é um prato cheio: Sirva-se à vontade!



sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Rio: The Knutz, Gangue Morcego e 1983 tocam hoje no Saloon 79

Na noite desta sexta-feira (3), três bandas da cena post-punk e goth rock brasileira tocam no Saloon 79, em Botafogo, Rio. 

Um dos principais nomes da cena darkwave brasileira, a The Knutz é conhecida por seus shows enérgicos e performances marcantes. Eles acabam de lançar o terceiro disco, "The Tower", e farão sua primeira apresentação no Rio de Janeiro, após tour na Alemanha. 

Em show de despedida, a Gangue Morcego ataca com a fusão entre Post-Punk, Deathrock e Noise Rock, destilando todo o terrorismo sonoro híbrido que marca o álbum "Olhem Para As Ruas". 

A banda 1983 é um duo paulista formado por Dennis Sinned e Nill Salles. Com um tom confessional e intimista, o duo apresenta, pela primeira vez no Rio, impressionantes composições de Sinned, que, neste projeto, envereda-se pelo post-punk e o experimentalismo, dando maior visibilidade aos synths e beats eletrônicos.  



Gangue Morcego. Imagem: Divulgação


Na Pista, o melhor do Gothic Rock, Dark Wave, Post Punk, New Wave e Synthpop. No segundo andar, sinuca e karaokê. 

Entrada : 
Até as 22h, R$ 15; após as 22h, R$ 20. 

Saloon 79 fica na Rua Pinheiro Guimarães, 79, em Botafogo, Rio. 

quinta-feira, 12 de julho de 2018

João Ninguém, Ned Eckhardt e Paulo Beto tocam no Meio-Fio

Nesta sexta-feira (13), Dia Mundial do Rock, estréia, em Niterói (RJ), o projeto Meio-Fio. Proposta independente de artistas locais, ele prioriza a divulgação de trabalhos autorais num formato simples, urbano e adaptável ao ambiente das apresentações. No evento debutante, João Ninguém, Ned Eckhardt e Paulo Beto fazem o som no Babel 08 Artes, um espaço cultural aberto e de formato colaborativo.


João, Paulo e Ned. Foto: Maria Luiza Oliveira


Idealizador do projeto, Ned destaca que a cidade já ensaiou este tipo de organização diversas vezes, em coletivos, movimentos ou mesmo através de festas fixas, que reuniam um grupo de artistas por trás da ideia. "Nossa cidade é repleta de musicistas e músicos incríveis, com trabalhos interessantíssimos, criativos e de muito bom gosto. Jessé, Baby Consuelo, Cauby Peixoto e Sérgio Mendes são niteroienses. Niterói ainda tem muita gente de qualidade, aguardando para serem descobertas. Acreditamos que a organização e a troca de experiências entre esses artistas pode contribuir para a criação de uma rede que ajude a divulgar ainda mais o trabalho de todas e todos" - conta Ned, ressaltando que o nome, "Meio-Fio", remete ao artista de rua, que toca na calçada, em contato direto com o expectador.

Imagem: Divulgação


"Quando surgiu a ideia do meio-fio, encontramos na Babel 08 uma boa parceira. É um lugar novo na cidade, que respira cultura e tem tudo para virar uma referência cultural em Niterói" - conclui o artista.

Mais informações:

Página do Facebook:
https://www.facebook.com/meiofiomusical/

Evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/2073375732932364/

terça-feira, 19 de junho de 2018

Make Music Day Niterói enaltece a arte de fazer música durante 12 horas de programação gratuita

Cidade é a primeira no Brasil a participar da celebração global

Na próxima quinta (21), Niterói (RJ) recebe pela primeira vez o Make Music Day, uma celebração mundial da música com apresentações ao vivo e gratuitas em mais de 750 cidades no mundo. Das 10h às 22h, serão 15 palcos espalhados pela cidade, totalizando 65 horas de música feita por mais de 100 músicos e bandas que se inscreveram para participar desta festa que acontecerá pela primeira vez em uma cidade brasileira. 
Entre as atrações musicais confirmadas estão Orquestra de Cordas da Grota (Teatro Municipal de Niterói, 16h30) e Batuquebato (Praça Getúlio Vargas, 18h), além de grupos de samba, hip hop, música popular que irão se apresentar em locais  como a calçada do Teatro Municipal de Niterói, o Museu de Arte Contemporânea e o Museu de Arqueologia de Itaipu, além de bares e restaurantes. O ponto alto do dia ficará por conta do palco localizado na Praia de Icaraí, que contará com as bandas como a Venus Café, que se apresenta às 19h.

André Barroso (Foto: Facebook)


            Para conhecer a programação completa, consulte o site: www.makemusicday.org/niteroi ou baixe o aplicativo gratuito para iOS e Android Make Music Niterói.

segunda-feira, 5 de março de 2018

Punching Namard lança clipe de "Confession"




A Punching Namard surgiu em 2013, com a ideia de misturar o peso e a sujeira do punk tradicional aos fraseados melódicos e os diversos instrumentos da música folk irlandesa e celta; formada inicialmente por Alexandre “Manjuba” (Voz) e Thiago Xavier (Violino/ Tin Whistle), conta atualmente também com Sidney Santana (Baixo); Leo Peccatu (Bateria/Bodhrán); Rafael “Morango” (Guitarra / Voz) e Silas Mendes (Banjo / Mandolin / Accordion / Voz). Assista ao clipe da música "Confession". 

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Barba Ruiva mostra sonoridade do primeiro disco no programa Reverbera

Espaço dedicado à música independente na programação da TV Brasil, o Reverbera recebeu na última semana o trio carioca Barba Ruiva. O episódio já está disponível na íntegra no YouTube.


Foto: Divulgação

Além de destaques do disco de estreia, como “Sonho do Sonho”, “Praia” e “Portas abertas”, o Barba Ruiva mostrou ainda as inéditas “Tédio II” e “Marionete de Estimação”. Formado por Rafael Figueira (voz e guitarra), Leonardo de Castro (baixo) e Aline Vivas (bateria), o grupo apresentou sua sonoridade “indie bossa rock n’ roll”, explorando também influências do blues e da psicodelia que marcam presença no já elogiado trabalho, lançado neste segundo semestre pelo selo Caravela.

A sonoridade do Barba Ruiva foi construída após uma longa vivência de seus integrantes nos Estados Unidos, mas sem nunca abrir mão de suas raízes musicais. Foi a partir de 2005 que a banda se uniu, e o álbum é um retrato dessas últimos doze anos de composições, abrangendo uma variada gama de temáticas - tão urbanas e urgentes quando sua própria música. O Barba Ruiva agora segue em turnê com este trabalho e prepara outras novidades para 2018.

Biografia resgata legado de Mario Travassos para a cultura de Niterói

Obra de Pedro de Luna será lançada na quinta (6), no Cine Arte UFF, reunindo literatura, cinema e homenagens ao músico   Foto: reprodução/re...