terça-feira, 8 de novembro de 2016

Brhains: opção profissional para músicos do Rio

Foto: Facebook.


A união de três amigos que são apaixonados por música foi um dos fatores para o surgimento de uma organização que tem como foco a gestão da arte dos sons: a produtora e gravadora Brhains.

Pensada por músicos experientes em atender artistas que estão começando ou almejanto o avanço na carreira, a estrutura e o planejamento da produtora permite o planejamento, a execução e o gerenciamento de todas as etapas de um processo que tem como objetivo o reconhecimento do artista perante o público.

Localizada em Niterói (RJ), a Brhains tem como nossa base o El Sonoro Estúdio, que, desde 1998, é o local de ensaios de várias bandas e músicos daquela cidade.

O time da empresa é composto por pessoas dos mercados musical, tecnológico, jurídico, financeiro e contábil. Responsável pela produção, Felipe Melo é um multi-instrumentista. Guitarrista e baixista de destaque no cenário nacional, ele possui experiência em gravações em diferentes estúdios. Na parte tecnológica, Luiz Stellet, baterista, foi formado no curso de home-studio de Sergio Izecksohn, em 1998. Já Leandro Garcia é um profissional do mercado financeiro: toca a parte estratégica e contábil da empresa. 

"Somos a opção para bandas, cantores, cantoras e demais músicos que visam fazer um trabalho com planejamento. Normalmente, a gravação das músicas para a confecção de um CD ou EP de 4, 8 ou 12 faixas requer um alto investimento de forma única e imediata. A Brhains possibilita que esse investimento se deem de forma planejada. Apontamos, também, um caminho para a geração de conteúdo de forma contínua nas redes sociais de nossos clientes" - ressalta Luiz Stellet.

Foto: Facebook.


Com menos de um mês de lançamento no mercado, a Brhains já vem atuando com a banda Taurus, a cantora Andressa Contreras e o projeto infantil Nossamente.

Taurus - Com 30 anos de estrada no thrash metal, a banda Taurus contará com todo o apoio estratégico da Brhains na assessoria empresarial, administração das redes sociais e web, assessoria de imprensa e demais ações necessárias para a busca de novas oportunidades.

Andressa Contreras - A Brhains está atuando em todos os processos para o lançamento de uma versão do clássico "OVER THE RAINBOW", que já está em andamento.

Nossamente - Projeto infantil com músicas cantadas por Alícia Stellet, que, com sete anos de idade, traz sua musicalidade ao público infantil. O projeto está em andamento e contará com oito músicas inéditas.

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domingo, 6 de novembro de 2016

Panderolando Maré reinventa realidades

Foto: Amanda Baroni


Munidos de pandeiro, alfaia, caixa, agogô e conga, o projeto Panderolando Maré vem mudando a vida de 50 pessoas – entre crianças, jovens e adultos – da Maré, em ritmos como jongo, coco, samba de roda, bumba meu boi e maracatu. Participando de rodas culturais, espaços públicos e oficinas de percussão, canto, e musicalização, no projeto, os moradores abrem as portas de suas casas para receber, acolher e integrar diferentes atividades, numa relação de proximidade e redução das fronteiras de um bairro com aproximadamente 22 favelas e quatro diferentes facções criminosas.  

“É um intercâmbio cultural, onde os moradores têm participação ativa nas atividades. O Panderolando Maré visa desconstruir a limitada relação que eles têm com a comunidade, por conta dos conflitos armados. Acreditamos na potência dos encontros, na circularidade do saber, na ancestralidade e na música como ferramenta de transformação e empoderamento” - explica o músico, ator e arte-educador, Rodrigo Maré Souza, que criou o movimento em parceria com o também músico e arte-educador, Roberto França.

Foto: Amanda Baroni


Os benefícios são diversos. A disseminação da cultura popular como resgate cultural e de resistência, em encontros e rodas nas praças e ruas das comunidades possibilitam um diálogo entre grupos de fora da Maré e os moradores do bairro, o que gera uma reflexão sobre a importância de desconstruir uma filosofia de cidade partida. Rodrigo Maré quer montar, também, a "Orquestra de Percussão Panderolando Maré" para, “cada vez mais, aprofundar as relações e possibilidades desses encontros”:

“O Panderolando também estende suas atividades para espaços de educação e cultura que existem no complexo: escolas municipais, a Roça Rio, e a Lona Cultural da Maré, sempre construindo parcerias e fortalecendo o movimento de troca de saberes”. 
Em 2016, o projeto foi contemplado pelo Prêmio Territórios de Cultura, da Secretaria Municipal de Cultura do Rio; o que possibilitou a compra de pandeiros para as oficinas de percussão. Rodrigo pondera, no entanto, que ainda está em busca de outros patrocínios para as atividades. 

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Rodrigo Maré - facebook.com/maresouza123



sábado, 5 de novembro de 2016

Percussionista vê arte de rua como forma de promover saúde mental

Felipe Lemos, ao pandeiro, nas barcas. Foto: Facebook


Incentivado por um amigo argentino que tocava nos vagões de Buenos Aires, o percussionista e artista de rua, Felipe Lemos, começou a fazer música nos metrôs do Rio de Janeiro em 2009. Desde então, muita coisa se passou e outros artistas começaram a fazer – como ele - som sob os trilhos cariocas. No objetivo de organizá-los, em parceria com seus companheiros iniciou o Coletivo AME - Artistas Metroviários, para abordar temas do dia a dia, debatendo a sociedade e compartilhando musicalidades diárias.

“Através de nossas intervenções, buscamos não apenas agradar, mas educar, com a nossa forma de enxergar a sociedade. Como o nome mesmo diz, somos um coletivo. Nos reunimos semanalmente para tratar de assuntos do dia a dia no metrô. Este coletivo também possui representantes para dar voz a nossos anseios” – explica Lemos, que toca na Alforria Duo, no Mambembes, e sozinho, com seu pandeiro, nos vagões do Rio.  

Mantendo contato com coletivos como o Tá na Rua, que é representado pelo agente cultural Amir Haddad, Felipe Lemos é engajado na causa dos artistas de rua, tendo participado, na Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro), de diversas audiências públicas relacionadas ao tema:

“Vivo de arte de rua, mesmo sendo considerado um dos melhores pandeiristas da atualidade. Não o faço apenas por necessidade, e sim por acreditar no propósito de levar a música a quem menos tem acesso. É uma saída, mesmo que em doses homeopáticas, de saúde mental pública. A intervenção dentro dos vagões é muito importante, porque a grande maioria das pessoas que não possuem condições de ter acesso à cultura sequer têm tempo para acessá-la”.
 
Conheça o trabalho do percussionista e artista de rua Felipe Lemos:

Alforria Duo


sábado, 29 de outubro de 2016

Tente Entender: André Barroso e Banda

Foto: Divulgação.


Pluralidade musical. Com uma pegada mais voltada ao rock, André Barroso e Banda têm uma visão flexível da música, em toda sua diversidade. “Essa possibilidade de novidades constantes me agradava, mas o que você ouve no momento é mais influente do que essa formação do passado. Hoje, estou ouvindo mais Alaíde Costa, Billy Blanco, Nara Leão, Tom, Tim Maia, assim como Rage Against Machine, Slayer, Kreator e Mothorhead” – enumera Barroso.


Com um trabalho em constante mutação, o grupo tem a liberdade de convidar amigos apenas para o trabalho de estúdio. No momento, contam com o auxílio do produtor Gilber T e, na mesa, Bruno Marcus, do estúdio Tomba Records. Para o músico, a cena musical independente é “empolgante” porque a Internet faz o papel de democratizar o acesso ao público:

Foto: Divulgação.



“Hoje, temos grandes bandas que nunca precisaram da mídia de massa e sempre lotam seus shows por conta dos fãs, via internet. Essa nova realidade leva a um mix nas músicas cada vez maior”. 


Liberando as faixas do EP uma vez ao mês, atualmente, André Barroso e Banda estão terminando de gravar um novo trabalho: estrearam com “Tente Entender”, no Spotify.


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Máquina de música boa!

Foto: Andre Mantelli.


Nestes tempos de mídia digital, atire a primeira pedra quem nunca formou uma banda pela Internet. Foi exatamente desta forma que tudo começou, em 2010, para os cariocas da Máquina. Mas a química de Nuno Virgílio (baixo e voz), Túlio Mosci (guitarra e programações) e Fred Castro (bateria e percussões) não é apenas virtual. Com uma sonoridade rica em elementos eletrônicos, influenciados por Depeche Mode, Muse, New Order, U2, Legião Urbana e Violeta do Outono, os caras têm uma pegada que remete ao que há de melhor nos anos 1980!

Portanto, fica a dica!

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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

CMIND entrevista: Luiz Lopez, guitarrista de Erasmo Carlos

Foto: Divulgação.


O carioca Luiz Lopez chega ao segundo álbum solo trazendo inovação na gravação do primeiro single. Intitulada “Eu não quero desacreditar”, a canção usa as batidas do coração do músico em forma de percussão, para transmitir o próprio sentimento através do ritmo das pulsações. A faixa faz parte do álbum “Visceral”, que sai ainda este ano. Guitarrista de Erasmo Carlos desde 2009, a musicalidade de Luiz – que gravou as obras como cantor - se resume ao melhor dos anos 60, carregada de fortes influências como Raul Seixas e The Beatles. Conheça um pouco mais do trabalho do artista, nesta entrevista concedida ao Cena da Música Independente (CMIND). 

CMIND - Luiz, como surgiu a ideia da música "Eu não quero desacreditar"? De um contexto específico da sua vida como artista, da sua gana de continuar apostando nas possibilidades que a música oferece, em toda sua pulsação?

Luiz Lopez - Essa canção surgiu no meio de uma crise existencial. Aquele momento em que a gente se pergunta se toda luta está ¨valendo a pena¨. Ter conseguido transformar essa aflição em música foi a resposta. Está valendo, e muito!  A ideia de inserir as batidas do meu coração na música foi ótima; deu o ar intimista que eu queria, fazendo-me sentir muito ¨exposto¨, ao mostrar essa música para as pessoas e para mim. Isso tem sido desconfortavelmente maravilhoso.  

CMIND - Em duas canções de "Visceral" você gravou a voz completamente nu para pegar a energia certa e dar a dramaticidade necessária na interpretação. Na realidade em que vivemos, de tudo acontecendo em tempo real, ao mesmo tempo, agora, é importante o artista se desnudar da realidade sufocante do dia a dia, a fim de encontrar a própria essência, transcendendo essa "merda toda"?

Luiz Lopez - Acho que é por aí mesmo, nestes tempos em que tudo é muito rápido, imediato, no caso do Visceral, nós levamos meses e meses na produção do álbum, fizemos tudo com muita calma. O dia da gravação da voz, na minha opinião, é o mais importante. É a última chance que tenho de passar a mensagem como quero que chegue às pessoas. Precisava estar sentindo um certo desconforto para gravar as faixas ¨Doeu¨ e ¨Eu Não Quero Desacreditar¨. Então, a ideia de ficar nu na frente do pessoal que estava participando da gravação me proporcionou um estado de desvantagem (ou vantagem). Pude gritar com força e desespero e, enfim, ¨exorcizar¨ naquela gravação os sentimentos que me levaram a compor aquelas músicas.  

Foto: Divulgação.


CMIND - Você é guitarrista de Erasmo Carlos desde 2009. Conte-nos um pouco de como foi conhecer e tocar com o Tremendão…

Luiz Lopez - Sou um grande admirador do Erasmo há muito tempo! Em 2007, fui num show dele no Rio de Janeiro e, depois, do espetáculo, fui atrás do palco para tentar vê-lo de perto. Consegui pôr a mão no carro em que ele tinha ido embora - para mim foi uma baita vitória (risos)! O mundo deu muitas voltas, inimagináveis! Em 2009, eu recebo um telefonema do próprio Erasmo me convidando para tocar com ele. Não vou conseguir explicar a vocês em palavras a minha sensação! Conviver com o Tremendão é bem mais do que aprender com um cara que sabe tudo de música. É também um cara que sabe viver! Aprendo muito com ele a não se estressar com problemas pequenos! É um grande artista, mas antes disso é um grande homem, não só no tamanho (risos)! Quanto mais convivo, mais sou fã.  

CMIND - Luiz, após tocar com o Erasmo, você teve a oportunidade de dividir palcos e o estúdio com artistas como Marisa Monte, Arnaldo Antunes, Marcelo Jeneci, Paula Toller e o ‘Rei’ Roberto Carlos". Cada um deles exerceu uma colaboração significativa na sua musicalidade, atualmente. Qual - ou quais - deles institui um traço mais marcante no seu amadurecimento como artista, especialmente no seu novo álbum?  

Luiz Lopez - Acho que o mais lindo nesses artistas consagrados é a generosidade. São pessoas simples, que são especiais e amadas por um grande público, e isso não é por acaso. Aprendi, que música não é para se ouvir, tocar e cantar apenas: é para ¨sentir¨. Levei para o Visceral esse pensamento. Estou 100% de coração na composição e interpretação das músicas do álbum.

CMIND - Você gravou “Já não quero mais” no Abbey Road Studios - com os músicos Guto Goffi (Barão Vermelho) e Dadi Carvalho (Novos Baianos). Descreva um pouco da sua sensação de ter gravado no lendário estúdio dos Beatles?

Luiz Lopez - Pois é! ¨Já Não Quero Mais¨ foi o primeiro single que lancei em carreira solo. Para minha sorte, pude contar com essas feras da música nacional: o Guto e o Dadi foram maravilhosos comigo! Fizemos uma gravação bem Rock n Roll para a música. A masterização em Abbey Road foi um ¨mimo¨ que fiz para mim mesmo. Nunca sonhei em ter um trabalho que passasse pelo mesmo estúdio dos personagens quase mitológicos que são os Beatles! Fiquei eufórico quando chegou a master diretamente de Londres! Foi um ponta pé inicial incrível para minha carreira solo. E está tudo apenas começando!

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Entrevista realizada pelo jornalista Saulo Andrade

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Contra toda forma de golpe, Guerrilha transforma indignação em música

Foto: Divulgação


New Metal, Hard Core, Punk e Pop Rock são as principais influências da banda paulistana Guerrilha, que consolida sua caminhada no disco “Sangue, Lágrima e Suor”. Em meio à podridão da política nacional, com golpe de Estado e esquemas de corrupção sendo sistematicamente desvendados, o grupo lança o seu primeiro disco como um marco dos mais de 10 anos de estrada no underground de São Paulo. A data de lançamento - 31 de março de 2016 – fez alusão ao golpe militar, que completou 52 anos.


“A escolha foi para reforçar a posição contrária da banda aos acontecimentos daquele período e lembrar que onde houver golpe, haverá Guerrilha!” – destaca o vocalista Kbça, que divide a sonoridade da banda com Jimmi, na guitarra, Punk, no baixo, e Nicolas, na batera.


Eles já marcaram presença em festivais e casas de show como o Hangar 110; o Manifesto Bar; a Tribe House; a Alcatraz; a Cervejazul; a Feeling Music Bar; a Sattva e muitas outras, da noite paulistana, grande São Paulo e interior. Guerrilha se apresentou, também, ao lado de bandas de renome - Humana (Chile), Dance Of Days, Hardneja Sertacore, Skarrapatos-ko, Cuieo Limão, Inocentes, entre outras.


Disponível em todas as plataformas de streaming, “Sangue, Lágrima e Suor” vem carregado de fortes discursos políticos e de uma sonoridade agressiva. “É um grito de revolta de uma juventude que não aguenta mais ser massacrada pela opressão de um Estado bandido, corrupto e pernicioso” – enumera Kbeça, para quem as letras da banda “retratam temas ligados ao cotidiano urbano e periférico, que nos levam a questionamentos sociais e existenciais. Nunca limitamos a criatividade. Falamos sobre o que importa para a gente” – destaca o músico.


“Nossas grandes referências são Rage Against The Machine, Planet Hemp, Infectious Grooves, além outros estilos, é claro. O que caracteriza nosso som é um arranjo pesado, sujo, mesclado com levadas mais ‘clean’ e ‘funkeadas’” - aponta Kbça. 

Foto: Divulgação.


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YouTube: www.youtube.com/bandaguerrilha

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Overdrive Saravá: “tocar o novo é um ato de resistência!”



Inspirada na cultura de gêneros musicais do Brasil - do jongo ao maracatu, passando por coco, embolada, cirandas, xote, baião e até o funk carioca -, a banda Overdrive Saravá é uma homenagem rock and roll à nossa diversidade musical.

“Trazemos como referências a cultura popular e afrodescendente. Apesar das referências de diferentes tradições musicais, não buscamos a apropriação direta desses estilos, que estão presentes em células rítmicas, conceitos e cores, numa nova interpretação dessas muitas linguagens” – analisa o vocalista Gregory Combat, para quem o Nação Zumbi se tornou uma “grande referência”.

O músico ressalta que manteve a verve experimental desde as primeiras ideias de composições, cruzando ritmos, gêneros e intenções artísticas. A partir daí, surgiram parcerias com artistas de áreas como artes cênicas, plásticas, dança e audiovisual; além da troca de ideias, manifestou-se, no álbum – homônimo à banda -, todo o folclore e as tradições brasileiras.
  
“Começamos a desenvolver ações nos espaços públicos da cidade de Niterói, a fim de ocupar e nos manifestar artisticamente de alguma forma, mesmo que ainda sem uma proposta musical consolidada” – destaca Gregory, que vê o atual cenário e contexto da cultura brasileira como “caóticos”:

“Isso não poderia deixar de reverberar na música. Muitos locais que antes abriam suas portas a artistas autorais e independentes estão fechados ou faliram. Tocar o novo, atualmente, é um ato de resistência”.

Ficha Técnica de “Overdrive Saravá”:

Formada em 2012, em Niterói (RJ), por Gregory Combat (vocal), Lucas Botti (guitarra), Thiago Henud (guitarra), Matheus Freire (baixo) e Frederico Cardim (bateria).

O primeiro álbum foi gravado em 2016 no Estúdio Villa (RJ), por Renan Carriço.
Mixado por Martin Scian.
Masterizado por Matheus Gomes, no Estudio Magic Master.
Produzido por Overdrive Saravá.
Coprodução: Renan Carriço e Overdrive Saravá.
Produção executiva: Gregory Combat.
Escultura: Ciro Najar.
Fotografia: João Pacca.
Direção de Arte: Estudio Cru.

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https://www.facebook.com/overdrivesarava

Texto: Saulo Andrade, jornalista.

sábado, 15 de outubro de 2016

Guerrilha e ocupação: baterista acredita na potência musical de Niterói



“Se nos planejarmos e nos mobilizarmos com mais frequência, podemos construir um grande movimento cultural com boa repercussão. Claro que as velhas dificuldades que nós músicos enfrentamos para sobreviver estão aí, a começar pelo monopólio dos meios de comunicação e a seletividade comercial das gravadoras; mas a gente pode superar tudo isso, até porque não se trata apenas de ocupar os espaços, mas também de reivindicar nossos direitos como profissionais e obter o devido e merecido reconhecimento”. Para o baterista e vocalista niteroiense, Cacá Meireles, a cena musical de sua cidade, Niterói (RJ), é boa por natureza, por ser ela um dos municípios com o maior número de músicos por metro quadrado.

“O que está faltando é mobilização maior por parte da classe artística, para ocuparmos e construirmos mais espaços alternativos locais! A Praça Leoni Ramos, em São Domingos (a velha e lendária Cantareira) é uma das poucas, em todo o Brasil, que ainda não foi cercada por grades” - ressalta.

Cacá, que que em seu projeto musical conta com a participação de velhos amigos músicos, destaca que, para realizar seus trabalhos autorais, está sempre disposto a atuar com novos músicos – apesar de já concretizar suas composições, em projeto solo, com parceiros mais conhecidos.

“Todos acompanham muito bem a minha bateria e meus vocais. Nós, músicos, devemos ocupar, também, espaços como o Skatepark de São Francisco, o Espaço Convés, em São Domingos, e os espaços da Região Oceânica. Opções não faltam” - enumera.

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https://www.youtube.com/channel/UCAbon-0zVFyRju9uRYKaTiA

Texto: Saulo Andrade, jornalista. 

Conheça a Orquestra de Instrumentos Reciclados do Paraguai!


Imagem originalmente extraída do site http://www.effa.org.au/landfill-harmonic/

Trailer do Filme Landfill Harmonic (2013), sobre a Orquestra de Instrumentos Reciclados da cidade de Cateura, no Paraguai.  





Saiba mais em:

http://www.recycledorchestracateura.com

https://www.facebook.com/landfillharmonicmovie/

Postagem dos jornalistas Adriano Batista e Saulo Andrade.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

O surpreendente conteúdo d`O Vazio



Letras filosóficas, humor sarcástico, pensamentos profundos e críticas ácidas, intercaladas com sinuosas melodias, berros desesperados, improvisos, poesia, teatralidade e execuções viscerais. O Vazio tem tudo e muito mais que uma mera proposta musical de rock e blues pode oferecer.

A banda apresenta hoje, às 19h, no Teatro Municipal Laércio Rangel Ventura, em Nova Friburgo (RJ) - Praça do Suspiro S/n°, Centro -, as músicas do novo álbum, “Inútil Essencial”, e outras composições autorais.

A apresentação vai contar com a participação de artistas convidados, no "O Vazio Convida". Entrada franca, mas sujeita à lotação. Os ingressos começarão a ser distribuídos às 17h. Classificação: 16 anos. Surpreenda-se!  

Visite:

O Vazio Convida: 

https://www.facebook.com/events/1114876781937245/

O Vazio:

https://www.facebook.com/ovazio/?fref=ts



 Texto: Saulo Andrade, jornalista

Diadema recebe concerto gratuito que une Stravinsky e cordel

  Foto:  Acervo ISPAC A música erudita ganha contornos narrativos e acessíveis em Diadema, São Paulo. No próximo dia 26 (sábado), o Teatro C...